O cenário da pecuária de corte brasileira atravessa uma metamorfose onde o "olho do dono" agora divide espaço com algoritmos de precisão e planilhas de retorno sobre o capital investido (ROIC). A pressão por margens em um mercado de commodities globalizado exige que o pecuarista deixe de ser um criador de gado para se tornar um gestor de ativos biológicos. A bola da vez não é apenas o peso da carcaça, mas a velocidade com que esse ativo sai do balanço da fazenda para o ganch