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Mostrando postagens com o rótulo Bolsa

Capes estende período de vigência de bolsas de pesquisa

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  A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) anunciou hoje (20) que prorrogará as bolsas de pesquisa que já haviam sido estendidas em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A Capes havia mantido o repasse das bolsas por três meses. O objetivo, conforme a fundação, é garantir a continuidade dos estudos diante da situação excepcional gerada pela crise sanitária do coronavírus. A prorrogação vai atingir os alunos e pesquisadores cujas investigações terminariam no período de vigência da bolsa. De acordo com a Capes, a medida beneficia 20 mil bolsistas. O pedido de extensão deve ser feito pela instituição de ensino superior (IES), diretamente no Sistema de Controle de Bolsas e Auxílios (SCBA), a qualquer momento durante a vigência da bolsa cujo beneficiário tenha sido prejudicado pelos efeitos negativos causados pela pandemia no desenvolvimento de suas atividades acadêmicas.

Embrapa Soja seleciona bolsista de pós-doutorado em Biologia Molecular aplicada a tecnologia de RNAi tópico

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  A Embrapa está selecionando bolsistas de pós-doutorado em Biologia Molecular para atuar em projeto de pesquisa com aplicação de dsRNA de uso tópico. Os profissionais selecionados irão atuar no Laboratório de Biotecnologia Vegetal da Embrapa Soja. A bolsa, no valor de R$ 5.000,00, tem duração de 12 meses, a partir de agosto/2020, mas poderá ser estendida, dependendo do desempenho do bolsista e do projeto. O bolsista estará vinculado ao projeto "Produção de dsRNA via processo fermentativo e uso da tecnologia de RNA interferente (RNAi) para controle de ervas daninhas, percevejos, nematóides e doenças nas culturas agrícolas de importância econômica". Os detalhes dos trabalhos do bolsista serão definidos em conjunto entre o candidato selecionado e os pesquisadores participantes do projeto.  O candidato selecionado desenvolverá atividades voltadas ao desenvolvimento de estratégias para a síntese de moléculas de dsRNA ou shRNA e estratégias de entrega (delivery) de

Dólar cai para R$ 5,212 com ânimo no exterior e reforma tributária

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O dólar comercial fechou no menor valor em quase um mês, com o real liderando os ganhos nos mercados globais de câmbio em dia de fraqueza generalizada da moeda norte-americana conforme investidores se apegaram a expectativas de mais estímulos em meio a esperanças sobre vacinas para a covid-19. O dólar comercial caiu 2,44%, a R$ 5,212 na venda. Essa é a maior desvalorização percentual diária desde 8 de junho (-2,66%) e o menor valor de fechamento desde 23 de junho (R$ 5,153). A divisa operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 16h, chegou a ser vendida a R$ 5,166. A terça-feira foi marcada pela queda generalizada do dólar, com a moeda norte-americana caindo ante todos os seus principais pares, inclusive moedas de países emergentes. O real sobe 2,47% em julho, mas ainda cai 23% no ano, o que faz da divisa brasileira a de pior desempenho entre os principais rivais do dólar. As negociações foram marcadas pelo ânimo no mercado internacional e

Bolsa fecha acima de 100 mil pontos pela primeira vez em quatro meses

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Pela primeira vez em quatro meses, a bolsa de valores fechou acima dos 100 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 0,88% e fechou esta sexta-feira (10) aos 100.031 pontos. O indicador alcançou o nível mais alto desde 6 de março, cinco dias antes de a Organização Mundial da Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado aos 102 mil pontos. O Ibovespa seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com alta de 1,44%. No mercado de câmbio, houve forte volatilidade. O dólar comercial abriu em alta. Na mínima do dia, por volta das 9h40, chegou a ser vendido a R$ 5,38. No início da tarde, reverteu o movimento e passou a cair, até fechar em R$ 5,324, com recuo de R$ 0,02 (-0,37%). Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, o

Dólar começa o dia em baixa, mas sobe e fecha a R$ 5,35

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A divulgação de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos não animou o mercado financeiro brasileiro. Depois de começar o dia em baixa, o dólar reverteu o movimento e passou a subir. A bolsa de valores iniciou a sessão com forte alta, mas desacelerou ao longo das negociações e encerrou praticamente estável. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (2) vendido a R$ 5,35, com alta de R$ 0,032 (+0,6%). A divisa abriu em queda e aproximou-se de R$ 5,27 por volta das 11h30, mas passou a subir a partir do fim da manhã. O dólar comercial acumula alta de 33,32% em 2020. O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,01, com alta de 0,55%. A libra esterlina comercial subiu 0,66% e encerrou vendida a R$ 6,684. Bolsa O dia foi marcado por oscilações na bolsa. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta quinta-feira aos 96.235 pontos, com leve alta de 0,03%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar com alta de mais de 1%, mas alternou mo

Bolsa sobe 7,1%, e dólar cai para R$ 4,64 em dia de recuperação

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Depois de um dia de perdas históricas e pânico global, a Bolsa de Valores recuperou parte das perdas, e o dólar teve a maior queda diária em seis meses. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (10) vendido a R$ 4,646, com recuo de R$ 0,08 (-1,69%). Em termos percentuais, foi a maior queda diária desde 4 de setembro do ano passado, quando a divisa tinha caído 1,79%. Pelo segundo dia seguido, o Banco Central (BC) vendeu dólares das reservas internacionais para acalmar o mercado. A autoridade monetária vendeu US$ 2 bilhões no mercado à vista. Para amanhã (11), o BC anunciou a venda de US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial, que funcionam como venda de dólares no mercado futuro. O dólar acumula alta de 15,77% em 2020. Depois de ter recuado 12,17% ontem (9), o índice Ibovespa fechou o dia com alta de 7,14%, aos 92.214 pontos, maior alta para um único dia desde janeiro de 2009. As ações da Petrobras, que caíram quase 30% ontem, também se recuperaram. Os papéis ordinários (com voto e

Bolsas de Valores da Europa sobem 3%, mas a de Tóquio cai

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As principais bolsas de valores da Europa tiveram hoje (10) uma subida de 3% depois da forte queda de segunda-feira, relacionada com os efeitos do novo coronavírus na economia mundial e pela redução nos preços do petróleo, a maior desde 1991, ano da primeira guerra do Golfo. Na Bolsa de Valores de Tóquio, os preços das ações continuaram caindo nesta terça-feira em vista das preocupações com o surto do novo coronavírus que poderá afetar seriamente a economia global. O índice Nikkei caiu, temporariamente, registrando, pela primeira vez em 15 meses, uma baixa inferior a 19 mil pontos em um dia. A sessão matutina terminou em 19.405 pontos, com uma queda de 293 pontos em comparação ao fechamento de segunda-feira.

Entenda as causas da queda das bolsas de valores no mundo

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Em uma tarde tensa no mercado financeiro global, o dólar aproxima-se de R$ 4,75, e a bolsa de valores do Brasil, B3, volta a registrar queda superior a 11%, depois de ter os negócios interrompidos pela manhã. Às 16h, o índice Ibovespa acumulava recuo de 11,26%. O dólar comercial era vendido a R$ 4,745, com alta de 2,39%, R$ 0,11, depois de o Banco Central entrar no mercado pela segunda vez no dia. Pela manhã, a autoridade monetária vendeu US$ 3 bilhões das reservas internacionais à vista. Agora à tarde, vendeu mais US$ 465 milhões das reservas. Circuit breaker Pela manhã, a B3 chegou a ter as negociações interrompidas por 30 minutos porque o Ibovespa tinha caído mais de 10%. Esse é o chamado circuit breaker, mecanismo acionado quando o índice cai mais que determinado nível. A última vez em que a bolsa tinha tido as negociações interrompidas foi em maio de 2017, após a divulgação de conversas do então presidente Michel Temer com o empresário Joesley Batista, dono da JBS. A B3 pode

Bolsas europeias tem maior queda em 8 meses

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As ações europeias terminaram em uma mínima de oito meses nesta segunda-feira (9), afundando a território baixista depois que uma queda expressiva nos preços do petróleo aprofundou as preocupações de que uma recessão global possa se seguir ao surto de coronavírus. O subíndice de petróleo e gás sofreu as maiores perdas, com uma queda de quase 17% depois que os preços do petróleo perderam um terço de seu valor devido às preocupações com a guerra de preços entre a Arábia Saudita e a Rússia. O índice FTSEurofirst 300 caiu 7,59%, a 1.324 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 7,44%, a 340 pontos, pior dia desde a crise financeira de 2008 e 2009. A queda significou uma virada para um território baixista, implicando uma queda de mais de 20% do índice em relação a seus picos recentes. As empresas europeias perderam agora quase US$ 3 trilhões de dólares em valor desde que a rápida disseminação do coronavírus provocou uma liquidação mundial em fevereiro, conforme o surto parece

Índice da Bolsa de Tóquio fecha abaixo dos 20 mil pontos

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O índice chave da Bolsa de Valores de Tóquio fechou abaixo dos 20 mil pontos na hoje (16), em meio ao temor de que o surto do coronavírus deva causar um grave revés na economia global. O Nikkei 225 perdeu 1.050 pontos em relação à sexta-feira e fechou o dia em 19.698 pontos. Esta foi a primeira vez que o índice fechou abaixo dos 20 mil pontos desde janeiro de 2019 e a maior queda registrada em um único dia, desde dezembro de 2018. A moeda japonesa avançou em mais de 3% em relação ao dólar no mercado de câmbio de Tóquio hoje, alcançando seu nível mais alto em relação à moeda americana desde novembro de 2016. Analistas de mercado dizem que investidores se apressaram para vender dólares e comprar ienes, preocupados que a disseminação do coronavírus impacte gravemente a economia global, incluindo os Estados Unidos. Às 17 horas, na capital japonesa, a moeda americana foi negociada entre 102,22 e 102,25 ienes, num recuo de 3,57 ienes em relação à cotação de sexta-feira.

Bolsonaro se submete a cirurgia para reconstruir trânsito intestinal

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O presidente Jair Bolsonaro será submetido hoje (28) à cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia, que usa há quatro meses, desde o ataque a facadas em Juiz de Fora, Minas Gerais, e reconstrução do trânsito intestinal. A previsão é que a operação dure de três a quatro horas. Será a terceira cirurgia que o presidente fará nesse período. Os exames laboratoriais e de imagem pré-operatórios, feitos ontem (27), apontaram normalidade, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na capital paulista. O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros, informou ontem que após as primeiras 48 horas depois da cirurgia Bolsonaro voltará ao trabalho ainda no hospital. O hospital organizou um espaço para o presidente despachar. Segundo o porta-voz, existe um dispositivo montado pelo Gabinete de Segurança Institucional com equipamentos, possibilidades técnicas para Bolsonaro orientar seus ministros e seus órgãos e despachar. Brumadinho Em víd