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Mostrando postagens com o rótulo Bolsa de Valores

Bolsa tem maior alta em dois meses; dólar cai para R$ 5,46

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  Num dia de alívio de incertezas políticas, o dólar caiu pela primeira vez em dois dias, e a bolsa de valores teve a maior alta diária em dois meses. O dólar comercial fechou esta terça-feira (18) vendido a R$ 5,469, com recuo de R$ 0,027 (-0,5%). O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou o dia com alta de 2,48%, aos 102.065 pontos. O mercado financeiro refletiu declarações feitas ontem (17) à noite pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de que ele e o presidente Jair Bolsonaro têm confiança mútua. A declaração aliviou tensões que surgiram com a saída de dois secretários especiais de Guedes, na semana passada, além de atrasos no envio da reforma administrativa e na agenda de privatizações. O dia foi marcado pela volatilidade no mercado de câmbio. O dólar começou o dia com forte queda, chegando a ser vendido a R$ 5,42 na mínima do dia, por volta das 10h. A moeda reverteu o movime

Dólar cai para R$ 5,212 com ânimo no exterior e reforma tributária

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O dólar comercial fechou no menor valor em quase um mês, com o real liderando os ganhos nos mercados globais de câmbio em dia de fraqueza generalizada da moeda norte-americana conforme investidores se apegaram a expectativas de mais estímulos em meio a esperanças sobre vacinas para a covid-19. O dólar comercial caiu 2,44%, a R$ 5,212 na venda. Essa é a maior desvalorização percentual diária desde 8 de junho (-2,66%) e o menor valor de fechamento desde 23 de junho (R$ 5,153). A divisa operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 16h, chegou a ser vendida a R$ 5,166. A terça-feira foi marcada pela queda generalizada do dólar, com a moeda norte-americana caindo ante todos os seus principais pares, inclusive moedas de países emergentes. O real sobe 2,47% em julho, mas ainda cai 23% no ano, o que faz da divisa brasileira a de pior desempenho entre os principais rivais do dólar. As negociações foram marcadas pelo ânimo no mercado internacional e

Dólar sobe para R$ 5,388 e fecha no maior nível em duas semanas

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Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,40 e fechou no maior valor em duas semanas. A bolsa de valores, que tinha encerrado a semana passada no maior nível em quatro meses, reverteu a alta dos últimos dias e voltou a fechar abaixo dos 100 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (13) vendido a R$ 5,388, com alta de R$ 0,064 (+1,21%). A moeda operou em alta durante toda a sessão, mas acelerou nos minutos finais de negociação até fechar na máxima do dia. A divisa acumula alta de 34,27% em 2020. No mercado de ações, o dia também foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu durante quase todo o dia, mas reverteu o movimento e passou a cair na hora final de negociação, fechando a segunda aos 98.697 pontos, recuo de 1,33%. O dólar e o câmbio passaram a registrar volatilidade após o governo da Califórnia anunciar o fechamento de diversos setores da economia decorrente da sub

Bolsa fecha acima de 100 mil pontos pela primeira vez em quatro meses

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Pela primeira vez em quatro meses, a bolsa de valores fechou acima dos 100 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 0,88% e fechou esta sexta-feira (10) aos 100.031 pontos. O indicador alcançou o nível mais alto desde 6 de março, cinco dias antes de a Organização Mundial da Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado aos 102 mil pontos. O Ibovespa seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com alta de 1,44%. No mercado de câmbio, houve forte volatilidade. O dólar comercial abriu em alta. Na mínima do dia, por volta das 9h40, chegou a ser vendido a R$ 5,38. No início da tarde, reverteu o movimento e passou a cair, até fechar em R$ 5,324, com recuo de R$ 0,02 (-0,37%). Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, o

Bolsas de Valores da Europa sobem 3%, mas a de Tóquio cai

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As principais bolsas de valores da Europa tiveram hoje (10) uma subida de 3% depois da forte queda de segunda-feira, relacionada com os efeitos do novo coronavírus na economia mundial e pela redução nos preços do petróleo, a maior desde 1991, ano da primeira guerra do Golfo. Na Bolsa de Valores de Tóquio, os preços das ações continuaram caindo nesta terça-feira em vista das preocupações com o surto do novo coronavírus que poderá afetar seriamente a economia global. O índice Nikkei caiu, temporariamente, registrando, pela primeira vez em 15 meses, uma baixa inferior a 19 mil pontos em um dia. A sessão matutina terminou em 19.405 pontos, com uma queda de 293 pontos em comparação ao fechamento de segunda-feira.

Bolsa cai 12%, e dólar fecha em R$ 4,72 em dia de pânico global

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Em um dia de pânico no mercado financeiro global, o dólar aproximou-se de R$ 4,80, mesmo com o Banco Central (BC) vendendo a moeda das reservas internacionais. A bolsa de valores brasileira, a B3, caiu 12%, chegando a ter os negócios interrompidos durante a manhã. O índice Ibovespa fechou o dia com recuo de 12,17%, aos 86.067 pontos, retornando aos níveis de dezembro de 2018. Essa foi a maior queda para um único dia desde setembro de 1998, quando a Rússia declarou moratória. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 4,726, com alta de 1,97%, R$ 0,091, no maior valor nominal desde a criação do real. O BC interveio no mercado duas vezes. Pela manhã, a autoridade monetária vendeu à vista US$ 3 bilhões das reservas internacionais. À tarde, vendeu mais US$ 465 milhões, embora tenha oferecido até US$ 1 bilhão. Até a semana passada, o BC estava apenas leiloando novos contratos de swap cambial, que funcionam como venda de dólares no mercado futuro. Circuit breaker Pe

Entenda as causas da queda das bolsas de valores no mundo

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Em uma tarde tensa no mercado financeiro global, o dólar aproxima-se de R$ 4,75, e a bolsa de valores do Brasil, B3, volta a registrar queda superior a 11%, depois de ter os negócios interrompidos pela manhã. Às 16h, o índice Ibovespa acumulava recuo de 11,26%. O dólar comercial era vendido a R$ 4,745, com alta de 2,39%, R$ 0,11, depois de o Banco Central entrar no mercado pela segunda vez no dia. Pela manhã, a autoridade monetária vendeu US$ 3 bilhões das reservas internacionais à vista. Agora à tarde, vendeu mais US$ 465 milhões das reservas. Circuit breaker Pela manhã, a B3 chegou a ter as negociações interrompidas por 30 minutos porque o Ibovespa tinha caído mais de 10%. Esse é o chamado circuit breaker, mecanismo acionado quando o índice cai mais que determinado nível. A última vez em que a bolsa tinha tido as negociações interrompidas foi em maio de 2017, após a divulgação de conversas do então presidente Michel Temer com o empresário Joesley Batista, dono da JBS. A B3 pode

Bolsas europeias tem maior queda em 8 meses

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As ações europeias terminaram em uma mínima de oito meses nesta segunda-feira (9), afundando a território baixista depois que uma queda expressiva nos preços do petróleo aprofundou as preocupações de que uma recessão global possa se seguir ao surto de coronavírus. O subíndice de petróleo e gás sofreu as maiores perdas, com uma queda de quase 17% depois que os preços do petróleo perderam um terço de seu valor devido às preocupações com a guerra de preços entre a Arábia Saudita e a Rússia. O índice FTSEurofirst 300 caiu 7,59%, a 1.324 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 7,44%, a 340 pontos, pior dia desde a crise financeira de 2008 e 2009. A queda significou uma virada para um território baixista, implicando uma queda de mais de 20% do índice em relação a seus picos recentes. As empresas europeias perderam agora quase US$ 3 trilhões de dólares em valor desde que a rápida disseminação do coronavírus provocou uma liquidação mundial em fevereiro, conforme o surto parece

Bolsa de Valores promove evento de apoio à igualdade de gênero

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A B3 (Bolsa de Valores do Brasil) realizou hoje (9) mais uma edição do Ring the Bell for Gender Equality (Toque a Campainha em Apoio à Igualdade de Gênero). O evento é uma parceria da Organização das Nações Unidas (ONU), da International Finance Corporation (Corporação Financeira Internacional), Women in ETFs e World Federation of Exchanges (Federação Mundial de Bolsas de Valores). No início do evento, o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, afirmou que a iniciativa deve procurar evoluir para o estabelecimento de um índice que possibilite a mensuração da participação feminina no mercado de ações. "É uma forma de tangibilizar a igualdade de gênero como vetor de mudança", disse Finkelsztain. O evento contou com dois painéis, em que especialistas relataram como as instituições em que trabalham têm contribuído para o empoderamento econômico de mulheres. No primeiro painel, uma das sócias da Oliver Wyman, Ana Carla Abrão, disse que a empresa de consultoria optou pela fixação de

Bolsa aciona circuit breaker após Ibovespa cair mais de 10%

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Os negócios na B3, a bolsa de valores brasileira, foram interrompidos às 10h30 de hoje (9), quando foi acionado o circuit breaker, após o Ibovespa cair 10,02%, aos 88.178,33 pontos. Os negócios foram retomados às 11h08. O preço das ações está sendo afetado pela redução no preço do petróleo internacional, em meio a uma disputa entre Arábia Saudita e Rússia. O circuit breaker é acionado em momentos de forte queda de preço dos papéis negociados na bolsa. O acionamento é feito em três estágios: quando o Ibovespa desvaloriza 10% em relação ao valor de fechamento do Ibovespa do dia anterior, a negociação é interrompida por 30 minutos; após reabertas as negociações, caso a variação do Ibovespa atinja oscilação negativa de 15% em relação ao valor de fechamento do dia anterior, a negociação é novamente interrompida por uma hora; e com as negociações reabertas, se o Ibovespa cair 20% em relação ao índice de fechamento do dia anterior, a B3 pode determinar a suspensão da negociação por um perío

Dólar ultrapassa R$ 4,65 e volta a bater recorde em dia tenso

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Em mais um dia tenso no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem as intervenções do Banco Central conseguiram segurar a cotação. A bolsa de valores recuou quase 5% e teve a maior queda diária em uma semana. Em alta pela 12ª sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta quinta-feira (5) vendido a R$ 4,651, com alta de R$ 0,07 (+1,54%). A divisa operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 14h40, encostou em R$ 4,67. Desde o começo do ano, o dólar acumula valorização de 15,9%. O real tornou-se a moeda que mais se desvalorizou em todo o planeta em 2020. O euro comercial também bateu recorde nominal e fechou em R$ 5,198, com alta de 1,8%. A depreciação no câmbio poderia ter sido maior se o Banco Central (BC) não tivesse intervindo. A autoridade monetária leiloou US$ 2 bilhões em novos contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. O BC promoveu um leilão pela manhã e um à tar