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Estudante picado por cobra naja no Distrito Federal deve sair da UTI

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O estudante de veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, picado por uma cobra naja, deve receber alta neste sábado (11) da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular, na cidade do Gama, localizada a 37 km de Brasília. A informação foi confirmada por uma fonte à Agência Brasil . Ontem, Pedro Henrique acordou do coma induzido depois que foi retirado pelos médicos o suporte ventilatório. Segundo a mesma fonte, ele será transferido para um quarto ainda sem previsão de alta. Naja A naja, de 1,5 metro, é um tipo de cobra exótica, de uma espécie não encontrada no Brasil, mas na Ásia e na África, e não tem a posse permitida como animal de cativeiro. Ela pode matar pelo veneno liberado em suas picadas, não havendo soro no país para imunização.  O animal está no Zoológico de Brasília e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai consultar instituições habilitadas, como outros zoológicos e centros de pesquis

Acidentes com animais peçonhentos aumentam durante o período chuvoso

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Acidentes com animais como escorpião, cobra, formiga, abelha, vespa, marimbondo, lagartas, lacraia e aranhas costumam aumentar tanto em áreas urbanas, quanto rurais durante o período chuvoso e quente. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG)  orienta a população em relação aos riscos. Entre as estratégias de comunicação da SES-MG estão: o hotsite  #AlertaChuva ,  Blog da Saúde MG  e as redes sociais da SES-MG ( Facebook ,  Twitter  e  Instagram ) que divulgam informações sobre o assunto. “Nos meses do verão, dezembro a março, há um aumento no número de acidentes por animais peçonhentos em relação aos demais meses do ano. Mais de 40% dos acidentes são registrados nessa época. Isto porque há um aumento no crescimento da população destes animais no período”, explica a coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da SES-MG, Mariana Gontijo. Em 2018, conforme mapeamento ainda parcial, foram mais de 50 mil acidentes com an