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PIB cai 8,7% no segundo trimestre, aponta monitor da FGV

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  O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) caiu 8,7% no segundo trimestre deste ano, em relação ao período imediatamente anterior, na análise da série dessazonalizada. É o que indica o Monitor do PIB, divulgado hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas. De acordo com o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Cláudio Considera, o resultado da economia no segundo trimestre foi “o pior já vivenciado pelo país desde 1980”. Já na avaliação mensal, o indicador da atividade econômica do Brasil teve alta de 4,2% em junho, se comparado a maio. Na comparação interanual, a economia recuou 10,5% entre abril em junho e 6,5% em junho.  Covid-19 Para Cláudio Considera, é inegável que a pandemia da covid-19 trouxe enormes desafios para a economia brasileira, que ainda deve demorar a ter solução. Apesar disso, segundo o coordenador, na análise desagregada dos meses do segundo trimestre,

Retração do PIB no segundo trimestre pode chegar a 10%

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  A economia brasileira deve apresentar retração entre 8% e 10% no segundo trimestre deste ano, comparado ao período anterior. A projeção é da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia (SPE), que divulgou hoje (18) nota informativa sobre os impactos fiscais das medidas de combate à pandemia de covid-19 no país. No primeiro trimestre de 2020, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, registrou queda de 1,5%, em comparação aos três meses anteriores. “A evolução do PIB no primeiro semestre de 2020 reflete a crise causada pela interrupção do comércio e das atividades normais da sociedade. No primeiro trimestre, muitas das grandes economias registraram quedas expressivas do produto trimestral, mas inferiores a 10%. No segundo trimestre, as quedas foram ainda mais impactantes, com muitos países registrando valores acima de 10%. O PIB brasileiro teve queda d

Novo indicador econômico de SP mostra avanço de 6,8% no PIB em junho

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  A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) lançou hoje (10) um novo indicador, que vai monitorar a economia paulista em tempo real. Chamado de PIB+30, o indicador revelou que, em junho, o Produto Interno Bruto (PIB) do estado avançou 6,8% com relação a maio. Já na comparação com junho de 2019, a evolução foi de 1,8%. Em relação ao resultado trimestral, o PIB+30 registrou retração de 5,4% no segundo trimestre de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019. Já no primeiro semestre deste ano, houve retração de 1,3% em relação ao verificado nos seis primeiros meses do ano passado. Segundo o secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, a análise desse indicador vai demonstrando que o nível de atividade econômica do estado vai se recuperar antes do previsto, provavelmente já na virada deste ano. “Mas não há dúvidas de que, mantido o ritmo atual, teremos uma recuperação

Atividade econômica tem crescimento de 1,31% em maio

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Após dois meses de forte queda, a atividade econômica brasileira registrou crescimento em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) subiu 1,31% em maio, em relação a abril deste ano, segundo dados divulgados hoje (14), em Brasília,  pelo Banco Central (BC). Essa foi a maior alta mensal desde junho de 2018, quando houve crescimento de 3,3%. Sob efeitos da pandemia de covid-19, o IBC-Br teve queda de 9,45% em abril, e de 6,14%, em março, na comparação com o mês anterior. Em janeiro e fevereiro houve crescimento de 0,12% e 0,35%, respectivamente, de acordo com dados revisados. Na comparação com maio de 2019, no entanto, houve recuo de 14,24% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). Em 12 meses encerrados em maio, o indicador teve retração de 2,08%. No ano, o IBC-Br registrou recuo de 6,08%. Avaliação O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira

Ministério reduz previsão de crescimento da economia para 2,1%

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A projeção para o crescimento da economia este ano foi reduzida de 2,4% para 2,1%, informou hoje (11) a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, no boletim MacroFiscal. Ontem (10), o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, havia adiantado que a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) ficaria acima de 2%. Rodrigues disse que a revisão para baixo das projeções de crescimento da economia e a queda nos preços internacionais do petróleo deverão fazer o governo contingenciar (bloquear) parte do Orçamento. Com a economia crescendo abaixo do previsto, o governo arrecada menos, o que obriga o contingenciamento de gastos discricionários (não obrigatórios) para cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 124,1 bilhões neste ano. “Há incertezas sobre o impacto que a queda no petróleo e a desaceleração no crescimento global podem produzir sobre a economia brasileira. É import

Boletim Focus: estimativa de crescimento da economia cai para 1,99%

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As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a projeção para a inflação e reduziram a estimativa de crescimento da economia. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 2,17% para 1,99% em 2020, na quarta redução consecutiva. A estimativa das instituições financeiras para os anos seguintes - 2021, 2022 e 2023 – permanece em 2,50%. Inflação A estimativa para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 3,19% para 3,20%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023. A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário

Guedes diz que economia está “reacelerando”

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (5) que o último resultado do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) mostra que a economia brasileira está “reacelerando”. Segundo ele, na comparação trimestre a trimestre é possível observar que a expansão da produção de bens e serviços foi aumentando ao longo de 2019. O PIB fechou o ano passado com crescimento de 1,1% frente a 2018. O resultado foi alcançado após a variação do quarto trimestre de 2019, que teve alta de 0,5% na comparação com o período anterior. Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 houve elevação de 1,7%. “A economia, que estava a 0,7% [no primeiro trimestre de 2019], foi reacelerando ao longo do ano e terminou o ano já rodando a quase 2%”, disse o ministro ao analisar os números divulgados ontem (4). Ainda de acordo com Guedes, o crescimento do primeiro trimestre do ano passado sofreu o impacto do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) e da crise econômica na A

Mansueto diz que crescimento do país tem sido muito baixo

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O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou hoje (5) que o crescimento econômico do Brasil é “muito baixo” e gera frustração na sociedade. A afirmação foi feita no Fórum Conjunto Consad [Conselho Nacional de Secretários de Estado de Administração] e Conseplan [Conselho Nacional de Secretários de Estado de Planejamento], em Brasília. “Nós somos um país que ainda está passando por enormes dificuldades. Se me perguntarem se eu durmo tranquilo, eu não durmo tranquilo. Eu estou muito preocupado, porque a gente está ainda em um país em que o crescimento é muito baixo. Não é normal o país em desenvolvimento como o é Brasil crescer 1% ao ano. Isso é normal? Isso não é normal. Um país com tanta carência, com uma desigualdade tão grande, crescer 1% ao ano, claramente causa frustração em vários segmentos da sociedade”, afirmou o secretário. Em entrevista à imprensa após participar do evento, Mansueto lembrou que 2019 foi o terceiro ano que o Produto Interno Bruto (PIB), soma de

Economia crescerá mais de 2% se reformas forem aprovadas, diz Guedes

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A economia brasileira crescerá mais de 2% em 2020 se as reformas propostas pelo governo forem aprovadas, disse hoje (4) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, o coronavírus terá pouco impacto sobre o país porque a economia brasileira é fechada em relação às economias do resto do mundo. “No segundo ano [de governo], acho que crescemos acima de 2%, mesmo com o coronavírus. O Brasil teve até agora dois casos confirmados [o número subiu para três hoje]. É uma economia que esteve relativamente fechada todos esses anos”, declarou Guedes, ao sair do Ministério da Economia para cerimônia no Palácio do Planalto. Para o ministro, do mesmo jeito que o Brasil beneficiou-se pouco do crescimento mundial nas últimas décadas, o fechamento da economia diminui o impacto do coronavírus sobre o país. “Quando o mundo todo estava crescendo, ser uma economia aberta e integrada era uma grande vantagem. Se nós não pegamos o vento a favor, agora o vento contra tem um impacto menor na economia bras

Copom inicia hoje reunião para definir taxa Selic

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (18), em Brasília, a quarta reunião de 2019 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Amanhã (19), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa. Instituições financeiras consultadas pelo BC preveem que a Selic deve permanecer no atual patamar, nesta reunião e na próxima, em agosto. Entretanto, com a desaceleração da retomada da atividade econômica e a inflação na meta, há expectativa de que os juros básicos sejam reduzidos ainda neste ano. "A trajetória da inflação corrente e as expectativas ainda próximas das metas fundamentam a manutenção da meta Selic em 6,5% ao ano na próxima reunião do Copom. Com o intuito de mitigar [reduzir] a volatilidade em contexto de incerteza, a opção é adequada até que ocorra uma definição mais clara no balanço de riscos. Entretanto, o elevado grau e a abertura do hiato do produto [medida de quanto a economia está abaixo do potenci

PIB cresce 0,3% no trimestre encerrado em novembro de 2018

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O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,3% no trimestre encerrado em novembro de 2018, na comparação com o trimestre encerrado em agosto daquele ano. O dado é do Monitor do PIB, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a FGV, o crescimento chegou a 1,4% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2017. No acumulado de 12 meses, a alta chega a 1,3%. Considerando-se apenas o mês de novembro, o PIB cresceu 0,3% em relação a outubro de 2018 e 1,5% na comparação com novembro de 2017. Setores O crescimento de 0,3% do trimestre encerrado em agosto para o trimestre  encerrado em novembro, foi puxado pelos serviços que tiveram alta de 0,5% no período. A agropecuária também teve alta: 1,1%. Entre os segmentos dos serviços, os melhores resultados foram observados nos outros serviços (1%) e nos serviços imobiliários (0,8%). A indústria teve queda de 0,3%, devido ao recuo de 1,2%

Mercado reduz estimativa de inflação e crescimento da economia

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Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa de crescimento da economia e da inflação neste ano. A informação consta do boletim Focus, publicado semanalmente pelo BC, com projeções dessas instituições para os principais indicadores econômicos. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,17% para 4,16%, neste ano. Para 2019, a projeção caiu de 4,12% para 4,11%. Para 2020 e 2021, a estimativa permanece em 4% e 3,92%, respectivamente. Para 2018 e 2019, as estimativas estão abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo BC neste ano, de 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como instrumento a taxa básica de juro