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Venezuela anuncia ampla reabertura do comércio

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  O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou uma ampla reabertura do comércio e demais atividades econômicas no país a partir desta segunda-feira (19), incluindo locais de diversão noturna e praias, fechados desde meados de março devido à pandemia do novo coronavírus. "A curva das infeções achatou-se e está descendo cada vez mais", disse, nesse domingo (18), Nicolás Maduro, antes de explicar os setores que vão voltar a funcionar após sete meses de fechamento, desde que foram detectados os primeiros casos e imposta uma quarentena em todo o país. A lista de reabertura inclui lojas de brinquedos, de móveis, pequenos  outlets  de diversos tipos, confeitarias, ourivesarias, casas de penhores, floriculturas, viveiros, restaurantes, cafés, e perfumarias, estabelecimentos que em alguns casos já começaram a funcionar apesar da proibição do governo. Maduro anunciou que também serão reabertas lojas dedicadas exclusivamente à venda de licores, assim como espaço

Em declaração conjunta, OEA diz que mandato de Maduro é ilegítimo

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A Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou hoje (10) uma declaração conjunta na qual diz que não reconhece a legitimidade do novo mandato do presidente reeleito da Venezuela, Nicolás Maduro. A iniciativa ocorreu logo após a posse de Maduro, em Caracas. O mandato presidencial é de seis anos, no período de 2019 a 2025. “Saudamos o compromisso dos países das Américas reconhecendo como ilegítimo o regime de Nicolás Maduro. O povo da Venezuela não está sozinho, seguimos trabalhando para recuperar a democracia, os direitos e as liberdades de todos”, afirmou o secretário-geral da OEA, Luís Almagro, via sua conta pessoal no Twitter. O Conselho Permanente da OEA se reuniu hoje extraordinariamente para discutir a situação de Maduro e da Venezuela. A declaração foi aprovada com 19 votos a favor, 6 contrários, 8 abstenções e 1 ausência. O Brasil votou favoravelmente à medida. Ao lado da Venezuela ficaram Bolívia e Nicarágua, entre outros países. No começo do mês, o Grupo de Lima, formad

Assembleia Nacional quer evitar mais um mandato de Maduro na Venezuela

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Após ser eleito presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o deputado Juan Guaidó, do Partido Vontade Popular, disse hoje (5) que o Parlamento vai atuar para impedir mais um mandato do presidente Nicolás Maduro, cuja posse está marcada para a próxima quinta-feira (10). "Que ninguém duvide que faremos tudo o que temos a fazer para cumprir o nosso dever: lutar contra a usurpação, defender e representar o Estado e preparar as bases para a reconstrução do país", afirmou. Segundo Guaidó, o roteiro para "restabelecer a ordem constitucional" no país passa por três etapas: "cessação da usurpação, governo de transição e eleições livres para responder imediatamente à crise". "O povo da Venezuela e a comunidade internacional podem ter certeza de que, como presidente da Assembleia Nacional, assumiremos a responsabilidade de tomar todas as decisões necessárias para facilitar a transição", disse. Para o deputado, desde que chegou ao poder, substituindo

Venezuela diz receber "milhares" de solicitações de ajuda para retorno

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O ministro de Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse que o governo do presidente Nicolás Maduro recebeu "milhares" de solicitações de ajuda de cidadãos que desejam retornar ao país, ao mesmo tempo em que denunciou supostas campanhas de xenofobia [desconfiança, temor ou antipatia por pessoas] contra venezuelanos. "Estamos recebendo solicitações [de ajuda] de milhares em milhares nas nossas embaixadas (...), mas não podemos expressá-las até que isso esteja ocorrendo em tempo real para evitar qualquer tipo de retaliações contra venezuelanos que desejem ser repatriados", disse o ministro em entrevista coletiva em Caracas. O governo de Maduro assegurou há dois dias que 89 venezuelanos, que residiam no Peru e atravessavam uma "dura realidade", solicitaram apoio para voltar ao seu país, e que esta ajuda foi prestada no marco de um plano idealizado pelo próprio presidente no último mês de abril. Colômbia e Peru Neste sentido

Maduro não será bem-vindo à Cúpula das Américas, diz governo peruano

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O governo peruano anunciou na noite desta terça-feira (13) que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, não será bem-vindo à próxima Cúpula das Américas, evento que acontecerá em Lima em 13 e 14 de abril. O rechaço oficial foi primeiramente anunciado pela ministra peruana de Relações Exteriores, Cayetana Aljovín, logo após uma reunião em que os representantes dos países-membros do chamado Grupo de Lima discutiram a situação política na Venezuela e a decisão do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela de antecipar as próximas eleições presidenciais para 22 de abril. Na sequência, o presidente Pedro Pablo Kuczynski usou sua conta pessoal para reforçar a posição. “Considerando a atual situação na Venezuela, meu governo decidiu que a presença do presidente Maduro na 8ª Cúpula das Américas já não é bem-vinda”, escreveu Kuczynski, acrescentando contar com o respaldo do Grupo de Lima. A Declaração de Quebec, assinada em 2001 na Cúpula da Organização dos Estados Americanos (OEA), reafi