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Inflação do IGP-DI recua para 0,11% em junho, diz FGV

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  O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve inflação de 0,11% em junho deste ano. A taxa é inferior ao observado no mês anterior (3,40%). Com o resultado, o indicador nacional acumula taxas de inflação de 14,26% no ano e de 34,53% em 12 meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Os três subíndices que compõem o IGP-DI tiveram queda na taxa de maio para junho. O principal destaque ficou com o Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado e que registrou deflação (queda de preços) de 0,26% em junho depois de ter uma inflação de 4,20% em maio. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,81% em maio e de 0,64% em junho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 2,22% para 2,16% no período.

Custo da construção cresce 2,3% em junho, diz FGV

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  O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 2,3% em junho deste ano. A taxa é superior ao 1,8% do mês anterior. Com o resultado, o INCC-M acumula taxas de inflação de 9,38% no ano e de 16,88% em 12 meses. Em junho do ano passado, o INCC-M havia apurado taxas de inflação de 0,32% no mês e de 4,01% em 12 meses. A inflação de 2,3% de junho foi influenciada pelas altas de preços de 2,98% da mão de obra, de 1,75% dos materiais e equipamentos e de 1,19% dos serviços.

Inflação do aluguel é de 25,71% em 12 meses, diz FGV

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  O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 2,58% em janeiro deste ano. A taxa é maior que as de dezembro (0,96%) e janeiro de 2020 (0,48%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV),  em 12 meses o  acumulado é de 25,71%.    A alta de dezembro para janeiro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 0,90% para 3,38% no período. O Índice Nacional de Custo da Construção também teve alta, ainda que de forma mais moderada, ao subir de 0,88% em dezembro para 0,93% em janeiro. Já o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve queda ao passar de 1,21% em dezembro para 0,41% em janeiro.

Confiança da construção cresce 3,7 pontos em outubro, diz FGV

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O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta 3,7 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, a confiança do empresário da construção brasileira atingiu 95,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior valor desde março de 2014 (96,3 pontos). O Índice de Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, cresceu 5,1 pontos e chegou a 91,5 pontos, o maior valor desde setembro de 2014 (92,3 pontos). O indicador de carteira de contratos foi o que mais contribuiu para o resultado. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 2,3 pontos e atingiu para 99,1 pontos, valor muito próximo ao de fevereiro, período pré-pandemia (99 pontos). Os indicadores de demanda prevista e tendência dos negócios tiveram avanços semelhantes. “O ambiente de negócios para as empresas do setor é mais favorável que o registrado antes do início do isolamento social determinado pela pandemia. Enquanto o mercado imo

Indicador antecedente da economia brasileira cresce 1,2% em setembro

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  O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 1,2% em setembro deste ano. Com isso, o indicador chegou a 121,9 pontos, 1,9 ponto acima de fevereiro, ou seja, do período pré-pandemia no Brasil. O indicador, que acumula alta de 8,6% em seis meses, busca antecipar tendências da economia do país com base em oito componentes: taxa referencial de swaps DI pré-fixada - 360 dias (do Banco Central), Ibovespa, Índice de produção física de bens de consumo duráveis (do IBGE), índices de termos de troca e de quantum de exportações (ambos da Funcex), além dos índices de expectativas da indústria, serviços e consumidor (da FGV). Já o Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, ficou estável em 103,9 pontos, no mesmo período. Em seis meses, o indicador acumula alta de 1,8%.  

Indicador de Clima Econômico na América Latina avança no 3º trimestre

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  O Indicador de Clima Econômico (ICE) na América Latina subiu no terceiro trimestre de 2020, saiu de 59,9 pontos negativos para 43,2 pontos negativos. Apesar disso, o índice se mantém na zona desfavorável do ciclo econômico, embora na comparação com o trimestre anterior, tenha alcançado um ganho de 16,7 pontos. O ICE divulgado, hoje (20), pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é calculado com base na média geométrica do Indicador da Situação Atual (ISA) e do indicador de Expectativas (IE). Entre o segundo e o terceiro trimestres o ISA passou de 89,6 pontos negativos para 98,0 pontos negativos. Já a variação do IE é de 22,3 pontos negativos para 41,1 pontos positivos. Para a FGV, a reversão nas expectativas que passaram de pessimistas para otimistas explica a melhora no clima econômico, enquanto as avaliações da situação atual pioraram. Os pesquisadores destacaram que a diferença de 139,1 pontos entre os dois

Confiança da indústria cresce 8,4 pontos na prévia de agosto

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  O Índice de Confiança da Indústria cresceu 8,4 pontos na prévia de agosto, na comparação com o número final de julho. Com o resultado, a confiança chegou a 98,2 pontos, em uma escala de zero a 200, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgados hoje (20), no Rio de Janeiro. A confiança dos empresários no momento atual cresceu 8,1 pontos e chegou a 97,2 pontos. Já a expectativa dos empresários avançou 8,8 pontos e atingiu 99,3 pontos. O resultado preliminar mostra que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria subiu para 75,4%, 3,1 pontos percentuais acima do resultado de julho.

PIB cai 8,7% no segundo trimestre, aponta monitor da FGV

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  O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) caiu 8,7% no segundo trimestre deste ano, em relação ao período imediatamente anterior, na análise da série dessazonalizada. É o que indica o Monitor do PIB, divulgado hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas. De acordo com o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Cláudio Considera, o resultado da economia no segundo trimestre foi “o pior já vivenciado pelo país desde 1980”. Já na avaliação mensal, o indicador da atividade econômica do Brasil teve alta de 4,2% em junho, se comparado a maio. Na comparação interanual, a economia recuou 10,5% entre abril em junho e 6,5% em junho.  Covid-19 Para Cláudio Considera, é inegável que a pandemia da covid-19 trouxe enormes desafios para a economia brasileira, que ainda deve demorar a ter solução. Apesar disso, segundo o coordenador, na análise desagregada dos meses do segundo trimestre,

Inflação para aluguel tem alta de 12,58% em 12 meses

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  A segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel em todo o país, indicou alta de 2,34% no segundo decêndio de agosto, na comparação com o mesmo período do mês anterior, quando ficou em 2,02%. A taxa em 12 meses passou de 9,05% para 12,58%. O resultado do indicador medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) foi divulgado hoje (18). Outra elevação no segundo decêndio de agosto foi a do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que aumentou 3,15%, frente aos 2,72% no mesmo período de julho. De acordo com a FGV, na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais passaram de 0,54% em julho para 0,96% em agosto. O maior impacto para esse resultado foi causado pelo subgrupo alimentos in natura, com a taxa saindo da queda de 13,89% para recuo de 5,02%. O índice referente a Bens Intermediários subiu 2,67% no período, em relação a 1,99% no segu

FGV: confiança do empresário sobe pelo terceiro mês seguido

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O Índice de Confiança Empresarial da Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 7,1 pontos de junho para julho deste ano. Com a terceira alta consecutiva, o indicador chegou a 87,5 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, e recuperou 79% das perdas ocorridas no bimestre de março e abril, devido à pandemia de covid-19. O Índice de Confiança Empresarial reúne os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas sondagens empresariais produzidas pela FGV: indústria, serviços, comércio e construção. A alta da confiança em julho foi motivada tanto pelas expectativas quanto pela percepção dos empresários brasileiros sobre a situação atual. O Índice de Expectativas subiu 7,4 pontos e chegou a 89,8 pontos, enquanto o Índice da Situação Atual cresceu 7,1 pontos e atingiu para 79,7 pontos. “O avanço da confiança empresarial em julho mostra que a economia continua em trajetória ascendente no início do segundo trimestre após o baque do trimestre anterior. A boa notícia é a consolid

Brasileiro acredita que inflação ficará em 4,5% nos próximos 12 meses

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A expectativa mediana de inflação dos consumidores brasileiros para os próximos 12 meses ficou em 4,5%, de acordo com pesquisa realizada este mês pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa ficou abaixo dos 4,8% observados na pesquisa de junho e dos 5,3% de julho do ano passado. Os dados do estudo foram divulgados hoje (23) no Rio de Janeiro. Segundo a economista da FGV Renata de Mello Franco, o cenário que mistura situações como atividade econômica fraca e preços controlados (em geral) possibilita que a expectativa de inflação do consumidor se direcione cada vez mais para o consenso do mercado e para o centro da meta do Banco Central (hoje em 4%). Em julho, 17% dos consumidores projetaram valores abaixo do limite inferior da meta de inflação (inferior a 2,5%), a maior parcela nos últimos seis meses. Ao mesmo tempo, a proporção de consumidores que projetam acima da meta de inflação ficou em 42,8%, a menor parcela nos últimos seis meses.

Indicador Antecedente da Economia do país cresce 7% em junho

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O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 7% em junho deste ano e chegou a 107,2 pontos. O indicador busca antecipar tendências da economia e é composto por sete índices que medem a atividades econômica do país, dos quais sete apresentaram alta no mês. O IACE é composto por três índices de expectativas da própria FGV (indústria, serviços e consumidor), dois índices da Funcex (Termos de Troca e Quantum de Exportações), o Índice de Produção Física de Bens de Consumo do IBGE, o Ibovespa fechado do mês e a Taxa Referencial de swaps DI pré-fixada 360 dias do Banco Central. Já o Índice Coincidente Composto da Economia Brasileira, que mede as condições econômicas atuais, recuou 4,7% para 92,8 pontos no mês. “Os últimos resultados do ICCE ainda refletem os efeitos da recessão iniciada no primeiro trimestre do ano, principalmente sobre o mercado de trabalho. Por sua vez, o avanço do IACE sinaliza a recu

Atividade econômica tem crescimento de 0,6% em maio, diz FGV

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A primeira prévia do Indicador de Atividade Econômica (IAE) para maio de 2020, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apontou crescimento de 0,6% da economia em maio em comparação a abril. Segundo a FGV, este resultado mostra uma pequena recuperação após as fortes retrações registradas em março e abril em decorrência da pandemia da covid-19. Apesar dessa leve recuperação, a economia ainda está muito abaixo do nível anterior à chegada do novo coronavírus. As atividades industriais e de serviços continuam sendo as com os maiores impactos negativos, com quedas significativas embora menores que as registradas em abril. As quedas mais acentuadas na indústria foram na de transformação seguida da de construção. Nos serviços, as maiores quedas foram no comércio e nos transportes. No trimestre móvel, o indicador aponta retração de 10,1% no trimestre, em relação ao trimestre encerrado em fevereiro. Quando comparado ao mesmo período de 2019, o trimestre encerrado em maio teve

Indicador Antecedente da Economia caiu em fevereiro

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O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) e pelo The Conference Board (TCB), recuou 0,8% em fevereiro para 119,2 pontos, após atingir o pico da série histórica mês passado. O Iace é formado por oito componentes econômicos e tem o objetivo de antecipar a direção da economia brasileira no curto prazo. Segundo o Ibre/FGV, seis indicadores contribuíram de forma negativa para o resultado, com a maior influência dada pelo Índice de Expectativas dos Consumidores, que variou 5,8%. Complementar ao Iace, também foi divulgado hoje (16) o Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mede as condições econômicas atuais, caiu 0,6% para 104,1 pontos, no mesmo período. "A rápida deterioração das expectativas decorrente da grande incerteza acerca dos impactos do Covid-19 sobre a atividade econômica mundial e local afetou a maioria dos componentes do Iace em fevereiro, ca

Índice da Construção Civil teve alta de 0,25% em fevereiro

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O Índice Nacional da Construção Civil teve uma alta de 0,25%, em fevereiro. No ano, o índice calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) está em 0,55%. Nos últimos 12 meses, a taxa está em 3,95%. Os resultados foram divulgados hoje (11). O custo nacional da construção, por metro quadrado, aumentou de R$ 1.162,24 para R$ 1.165,13. Sendo R$ 612,61 para materiais e R$ 552,52 pela mão de obra. No primeiro bimestre de 2020, os materiais acumulam alta de 1,15%, enquanto o valor da mão de obra caiu 0,12%. O Nordeste foi a região do país que registrou a maior alta de preços e serviços em fevereiro: 0,36%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,03% (Norte), 0,25% (Sudeste), 0,16% (Sul) e 0,23% (Centro-Oeste).

Epidemia de coronavírus já impactou a economia mundial, diz FGV

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Os resultados de dois indicadores – o Barômetro Coincidente e o Antecedente da Economia Global – apontaram em março que a epidemia de coronavírus já impactou a economia mundial. Os indicadores compõem Barômetro Econômico Global, divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), em colaboração com o Instituto Econômico Suíço KOF da ETH Zurique, na Suíça. Os dois recuaram aos menores níveis desde 2009 e mostram que a propagação da epidemia não ultrapassou a região asiática, conforme os dados coletados em fevereiro. A queda do Barômetro Global Coincidente atingiu 14,4 pontos, passando de 92,4 pontos para 78,0 pontos. Com isso, ficou bem abaixo da média histórica de 100 pontos. De acordo com o Ibre, as variáveis que compõem o indicador regional da região Ásia, Pacífico e África, contribuíram para o recuo, ao contrário das que compõem as regiões da Europa e do Hemisfério Ocidental (América do Norte, América Latina e Caribe), que, apes

Inflação pelo IGP-DI sobe 0,01% em fevereiro

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O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), divulgado hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/ Ibre), subiu 0,01% em fevereiro. O período de coleta de preços foi de 1º a 29 de fevereiro. Na apuração anterior, com preços coletados de 1º a 31 de janeiro, a variação foi de 0,09%. Com isso, o índice acumula alta de 0,11% no ano de 2020 e de 6,40% em 12 meses. Em fevereiro de 2019, a taxa registrou alta de 1,25%, com 7,73% no acumulado de 12 meses. Entre os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,03% em fevereiro, depois da queda de 0,13% em janeiro. Por estágios de processamento, o grupo bens finais passou de -1,42% em janeiro para 0,54%, tendo como principal responsável pela alta o subgrupo alimentos processados, que passou de -4,09% para 1,18%. Em bens finais (ex), que não inclui alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice subiu 0,62% em fevereiro, depois de cair 1,30% em janeiro. N

Índices da FGV revelam melhora no mercado de trabalho em fevereiro

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O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 0,3 ponto em fevereiro, ficando em 92,0 pontos no mês. A ligeira queda ocorre após três meses consecutivos de alta. Já nas médias móveis trimestrais, o indicador mantém trajetória ascendente pelo quarto mês seguido, com alta de 1,2 ponto em relação ao mês anterior. Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre). De acordo com o economista da instituição Rodolpho Tobler, o resultado mostra que a recuperação do mercado de trabalho não é consistente e exige cautela. “Apesar da trajetória positiva do mercado de trabalho nos últimos meses, a ligeira queda pode sugerir cautela com a continuidade da recuperação considerando o cenário de alta incerteza econômica”. Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 0,6 ponto e ficou em 91,9 pontos em fevereiro, o menor nível desde agosto de 2015, quando o indicador somou 89,5 pontos. Assim como

PIB cresce 0,3% no trimestre encerrado em novembro de 2018

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O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,3% no trimestre encerrado em novembro de 2018, na comparação com o trimestre encerrado em agosto daquele ano. O dado é do Monitor do PIB, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a FGV, o crescimento chegou a 1,4% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2017. No acumulado de 12 meses, a alta chega a 1,3%. Considerando-se apenas o mês de novembro, o PIB cresceu 0,3% em relação a outubro de 2018 e 1,5% na comparação com novembro de 2017. Setores O crescimento de 0,3% do trimestre encerrado em agosto para o trimestre  encerrado em novembro, foi puxado pelos serviços que tiveram alta de 0,5% no período. A agropecuária também teve alta: 1,1%. Entre os segmentos dos serviços, os melhores resultados foram observados nos outros serviços (1%) e nos serviços imobiliários (0,8%). A indústria teve queda de 0,3%, devido ao recuo de 1,2%

Confiança do consumidor cresce 4 pontos de setembro para outubro

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O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 4 pontos de setembro para outubro. Com a alta, o indicador chegou a 86,1 pontos, em uma escala de zero a 200, um patamar ainda baixo em termos históricos. A alta foi provocada pelo aumento da confiança em relação ao futuro, medida pelo Índice de Expectativas, que avançou 6,1 pontos e chegou a 99 (o patamar mais alto desde abril deste ano). Já a confiança no momento presente teve queda. O Índice da Situação Atual recuou 0,4 ponto e chegou a 71,9 pontos. Segundo a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda, o resultado mostra que o consumidor está esperançoso e otimista em relação aos próximos meses, mesmo sem ainda ter um resultado das urnas. “O fim do período eleitoral diminui a incerteza política e gera expectativa de mudanças na condução da política econômica para o início do novo governo”, disse a pesquisadora. Por Vitor Abdala Fonte: Agência Brasil