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BDMG abre cadastro para 2ª fase do Pronampe e anuncia nova linha de crédito para pequenas empresas

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  Banco coloca à disposição Giro Mais Emergencial  para empreendimentos que não forem cobertos pelo programa  Com a previsão de o governo federal iniciar a operação da 2ª fase do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) nesta terça-feira (1/9), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) antecipou o cadastro para as micro e pequenas empresas de Minas Gerais interessadas em obter crédito. As inscrições podem ser feitas no  site do banco mineiro , a partir desta segunda-feira (31/8).  Neste momento, estão sendo colocados à disposição mais R$ 203 milhões. Já na 1ª fase da oferta, ocorrida em junho e julho, o banco liberou 100% do limite de aproximadamente R$ 215 milhões que lhe foi garantido pelo governo federal, por meio do Fundo de Garantia de Operações (FGO).   O Pronampe opera com juros de apenas 1,25% ao ano + Selic, com prazo total de 36 meses para pagar, sendo oito meses de carência. O crédito pode ser aplicado em capit

Programa de ajuda a micro e pequenas empresas é prorrogado por 3 meses

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  O prazo para formalização de operações crédito no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) foi prorrogado por três meses. Portaria estabelecendo a nova data de encerramento  foi publicada hoje no Diário Oficial da União . O prazo se encerraria hoje (19), mas o governo reconhece que “ainda há demanda de crédito por parte das microempresas e empresas de pequeno porte para manutenção de suas atividades econômicas”. A portaria considera ainda a autorização concedida pelo Congresso Nacional, por meio da aprovação do Projeto de Lei de Conversão nº 28 de 2020, em fase de sanção, para que a União efetive aporte adicional de R$ 12 bilhões no Fundo de Garantia de Operações (FGO) destinados à concessão de garantias no âmbito do Pronampe. Sancionada em maio, a Lei nº 13.999/2020 que criou o Pronampe abriu inicialmente crédito especial no valor de R$ 15,9 bilhões. O objeti

Itaú libera R$ 3,7 bi em crédito do Pronampe, e Caixa amplia limite

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O Itaú Unibanco disponibilizou todo o recurso disponível para a linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado para ajudar micro e pequenos negócios afetados pela pandemia do novo coronavírus. Já a Caixa Econômica Federal anunciou ampliação dos recursos para a linha de crédito. Segundo o Itaú Unibanco, em apenas meia hora de oferta nesta seunda-feira (13), a instituição terminou de disponibilizar 100% do volume disponível para a linha. Ao todo, 37 mil micro e pequenas empresas clientes do banco privado receberam o total de R$ 3,7 bilhões. Até a última sexta-feira (10), o banco havia concedido 70% dos R$ 3 bilhões então disponíveis para a linha. “Finalizamos a concessão dos 30% restantes, que correspondiam a R$ 1 bilhão na primeira meia hora de operação nesta segunda-feira. Tivemos ainda um valor extra de R$ 700 milhões, solicitado durante o final de semana ao Banco do Brasil, administrador da linha, também

BDMG anuncia extensão do Pronampe

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O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) fechou o 1º semestre de 2020 com um desembolso de R$ 1,06 bilhão, alta de 93% em relação ao mesmo período do ano anterior. Neste intervalo, o BDMG atendeu 4.104 clientes, entre empresas e prefeituras, alta de 49% sobre os seis primeiros meses de 2019. Os clientes atendidos estão distribuídos em 468 cidades mineiras, 81% delas com IDH menor do que a média brasileira. Do total desembolsado pelo banco no semestre, 69% foram por meio de recursos próprios, 29% foram provenientes de repasses de outras instituições e 2% de recursos de fundos. Durante o período, o BDMG lançou ações emergenciais para micro e pequenas empresas (MPE) poderem obter crédito mais acessível, a fim de minimizar os impactos socioeconômicos gerados pela pandemia de covid-19. As taxas foram reduzidas para as MPE de todos os ramos de atuação (programa BDMG Solidário) e linhas especiais para os setores do Turismo e da Saúde foram lançadas, além de taxas es

Banco do Brasil esgota novo limite do Pronampe em um dia

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Poucas horas depois de ter o orçamento ampliado, o Banco do Brasil emprestou integralmente os R$ 4,98 bilhões das linhas de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que ajuda micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Ontem (9) à noite, o Ministério da Economia tinha elevado em R$ 1,24 bilhão o teto que a instituição pode emprestar. De acordo com o Banco do Brasil, a instituição fechou cerca de 20 mil contratos nas últimas 24 horas. Desde o início do Pronampe, que financia até 30% do faturamento do ano anterior, o banco emprestou recursos a 80 mil negócios de pequeno porte. A autorização da ampliação dos recursos do Pronampe vem dois dias depois que o Banco do Brasil havia emprestado totalmente o limite anterior, de R$ 3,74 bilhões. Até agora, cerca de 60 mil pequenos negócios foram beneficiados com o Pronampe, que empresta até 30% do faturamento do ano anterior a micro e pequenas empresas.

Banco do Brasil amplia limite de crédito do Pronampe em R$ 1,24 bi

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Agência do Banco do Brasil O Banco do Brasil (BB) obteve autorização do Ministério da Economia para ampliar o orçamento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), programa que ajuda micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia do novo coronavírus, em R$ 1,24 bilhão. O limite que a instituição pode emprestar passou para R$ 4,98 bilhões. A autorização vem dois dias depois que o Banco do Brasil havia emprestado totalmente o limite anterior, de R$ 3,74 bilhões. Até agora, cerca de 60 mil pequenos negócios foram beneficiados com o Pronampe, que empresta até 30% do faturamento do ano anterior a micro e pequenas empresas. As linhas do Pronampe têm prazo de 36 meses, com oito meses de carência para o pagamento da primeira parcela. Dessa forma, o tomador só começa a pagar o financiamento no nono mês, desembolsando 28 prestações com juros máximos equivalentes à taxa Selic (juros básicos da economia) mais 1,25% ao ano. Com a Selic e