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Mostrando postagens com o rótulo Estados Unidos

Na reta final, Biden vai à Geórgia e Trump faz campanha em 3 estados

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  Faltando só uma semana para a eleição de 3 de novembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o democrata Joe Biden cruzarão o país nesta terça-feira (27), um dia de campanha intensa que contará com a participação do ex-presidente Barack Obama. Atrás de Biden em pesquisas nacionais de opinião, Trump fará comícios em três estados cruciais para sua esperança de reeleição - Michigan, Wisconsin e Nebraska - enquanto Biden viaja à Geórgia e Obama faz campanha em seu nome na Flórida. A campanha presidencial de 2020 está sendo diferente de todas, já que a pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 225 mil norte-americanos, está impulsionando uma votação antecipada recorde. Mais de 64 milhões de pessoas já depositaram suas cédulas, o que se aproxima de metade do total de votos de 2016, de acordo com dados do Projeto Eleições da Universidade da Flórida. O volume enorme de votos pelos correios pode exigir dias ou semanas para uma contagem, dizem especialist

Covid-19 mata mordomo da Casa Branca que trabalhou com 11 presidentes

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Wilson Roosevelt Jerman, que trabalhou na Casa Branca com 11 presidentes dos Estados Unidos, morreu aos 91 anos, depois de ter contraído covid-19, anunciou a família. O homem, que começou a trabalhar como empregado de limpeza quando era presidente Dwight Eisenhower (1953-1961), foi rapidamente promovido a mordomo na era Kennedy (1961-1963), e aposentou-se em 2012, durante o mandato de Barack Obama (2009-2017). "Com a sua amabilidade e cuidado, Wilson Jerman ajudou a fazer da Casa Branca um lar durante décadas para várias primeiras famílias, incluindo a nossa", disse a ex-primeira dama Michelle Obama.  "O seu serviço aos outros - a sua vontade de ir mais além pelo país que amava e por todos aqueles cujas vidas tocou - é um legado digno do seu espírito generoso", acrescentou. Hillary Clinton também transmitiu condolências à família, através do Twitter , elogiando a capacidade de Jerman de fazer as famílias de vários presidentes "sentirem-se em c

Joe Biden pede união partidária após vencer em quatro estados

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Joe Biden obteve vitórias decisivas nas primárias do Michigan e de três outros estados norte-americanos, realizadas ontem (10), dando um grande passo rumo à indicação presidencial do Partido Democrata e colocando em dúvida o futuro da campanha do adversário Bernie Sanders na corrida pela Casa Branca. As vitórias abrangentes colocam Biden, de 77 anos, a caminho de enfrentar o presidente Donald Trump, um republicano, na eleição de 3 de novembro deste ano. Biden já começou a pensar adiante ao pedir uma união partidária e apelar aos apoiadores de Sanders. "Compartilhamos um objetivo comum, e juntos derrotaremos Donald Trump", disse Biden na Filadélfia, agradecendo Sanders e seus apoiadores por sua energia e entusiasmo. Os triunfos de Biden no Michigan, Missouri, Mississippi e Idaho foram impulsionados por uma coalizão ampla de apoiadores, incluindo mulheres, negros, pessoas com e sem diploma universitário, eleitores mais velhos, membros de sindicatos e todos que não sejam muito

Joe Biden fica mais perto da nomeação após vitória em fase decisiva

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O ex-vice-presidente dos Estados Unidos (EUA) no governo Barack Obama, Joe Biden, ganhou as primárias democratas no estado de Michigan. A vitória é vista pelos analistas como um passo decisivo para garantir a nomeação de Biden como candidato do partido à presidência do país. A vitória de Biden nessa terça-feira (10), nas primárias democratas no estado de Michigan, com grande peso no número de delegados (125), terá aberto o caminho para a escolha e, ao mesmo tempo, acabado com as aspirações presidenciais do senador de esquerda Bernie Sanders, que não conseguiu repetir o triunfo obtido há quatro anos, quando disputava o lugar com Hillary Clinton. A derrota em Michigan soma-se à atuação no Missouri, Mississipi e Idaho, também na terça-feira, faltando concluir a apuração dos resultados em mais dois estados, menos importantes na luta pelos delegados, Dakota do Norte e Washington. De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), Biden reuniu pelo menos 150 novos delegados: 51 em

Coreia do Norte faz testes de mísseis; EUA pedem volta de negociações

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A Coreia do Norte lançou vários projéteis ao mar nesta segunda-feira (9) como parte de testes de disparos, de acordo com as Forças Armadas da Coreia do Sul, levando a pedidos de Estados Unidos e China para que o governo de Pyongyang volte a conversar sobre o fim de seus programas nuclear e de mísseis. Lançados uma semana após a retomada de testes de mísseis após um intervalo de três meses, incluindo disparos de um sistema de lançamento múltiplo de foguetes (MLRS), os projéteis voaram até 200 quilômetros (km) de distância e atingiram 50 km de altitude, segundo anunciou a Estado Maior Conjunto da Coreia do Sul (JCS). As esperanças em relação ao diálogo cresceram quando o líder norte-coreano, Kim Jong Un, se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para uma cúpula histórica em Cingapura em junho de 2018. Mas, desde então, nenhum progresso significativo foi atingido mesmo depois de duas ouras reuniões entre os líderes. Uma porta-voz do Departamento de Estado dos Estado

Brasil e EUA assinam acordo de desenvolvimento militar

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Brasil e Estados Unidos assinaram hoje (8), no estado americano da Flórida, um acordo na área militar para desenvolvimento de projetos futuros. O Acordo de Pesquisa, Desenvolvimento, Teste e Avaliação (RDT&E, sigla em inglês) vai, segundo o Ministério da Defesa (MD), abrir caminho para aperfeiçoar ou prover novas capacidades militares. É, segundo o ministério, um acordo que balizar os acordos posteriores entre os dois países. “O RDT&E é um passo inicial para que Brasil e EUA desenvolvam projetos conjuntos na área de Defesa. […] Cada acordo de projeto que venha a ser desenvolvido pelas partes deverá ser executado em consonância com os termos do RDT&E, assim como os respectivos leis e regulamentos nacionais de cada parte”, afirmou o MD, em nota. O governo brasileiro espera facilitar seu acesso ao mercado norte-americano na área de defesa, bem como facilitar a entrada de produtos brasileiros em outros 28 países da Organização do Tratado do Atlântico No

Biden vence no Texas e em mais 9 estados nas primárias da Superterça

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O cenário fica cada vez mais claro rumo ao grande dia das eleições primárias nos Estados Unidos (EUA). O ex-vice-presidente de Barack Obama, Joe Biden, deu forte guinada na disputa pela candidatura do Partido Democrata, conquistando o estado do Texas e mais nove, até agora. As primárias do Partido Democrata foram realizadas em 14 estados na Superterça. Com a projeção de vencedores em aproximadamente todos os estados, até as 13h40 – horário padrão do Leste, a emissora ABC News informou que Biden conquistou 433 delegados. O senador Bernie Sanders assegurou 388 delegados e venceu em três estados. A senadora Elizabeth Warren conquistou 36 delegados. O ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, apenas 12. Após os resultados, Bloomberg anunciou sua retirada da corrida pela indicação do partido Democrata e declarou apoio à candidatura de Biden. Os resultados deixam cada candidato ainda longe de assegurar a maioria dos delegados – 1.991 – necessária para obter a indicação do partido e para

Em meio a tensões com Irã, EUA reforçam presença no Oriente Médio

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Em meio ao aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, o Pentágono ordenou o envio de mil militares adicionais ao Oriente Médio, incluindo forças de segurança, de vigilância e de inteligência. O secretário de Defesa Interino dos EUA, Patrick Shanahan, emitiu um comunicado afirmando que as forças são destinadas a "propósitos defensivos para lidar com ameaças aéreas, navais e em solo no Oriente Médio". Segundo ele, "os Estados Unidos não estão buscando um conflito com o Irã. A medida está sendo tomada para assegurar a segurança e o bem-estar dos nossos militares trabalhando na região e para proteger nossos interesses nacionais". O secretário afirmou que os EUA vão continuar ajustando seu contingente no Oriente Médio de acordo com a necessidade. Os militares adicionais se somam a outros 1.500 enviados no mês passado, além de um porta-aviões bombardeiros, em resposta a ataques a navios-tanque e a "ameaças persistentes" do Irã. A decisão foi anunciada num

Trump lança campanha para a sua reeleição

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Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, lançar oficialmente sua campanha de reeleição em Orlando, na Flórida, na noite de hoje (18), diante de uma multidão de 20.000 pessoas, ele não será nem favorito nem candidato sem chance. Especialistas dizem que não é conclusiva a discussão se Trump continuará ou não seu trabalho no primeiro posto da nação norte-americana. "Eu diria que talvez em 50/50", disse Kyle Kondik, editor-gerente do Sabato's Crystal Ball, um boletim político apartidário produzido na Universidade de Virginia Center for Politics. Mas. em um primeiro momento, essa avaliação parece otimista. Na verdade, o índice nacional de aprovação de Trump gira em torno de 40%. O único presidente desde 1945 que teve um índice de aprovação mais baixo nesta fase de seu primeiro mandato foi Jimmy Carter em 1977. As classificações de aprovação nem sempre são os melhores indicadores do sucesso eleitoral. De acordo com a mesma análise feita por FiveThirtyEight, o Presidente Geo

Trump suspende plano de aumentar tarifas para produtos da China

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concordou neste sábado (1º) em suspender durante 90 dias o seu plano de subir de 10% para 25% as tarifas americanas a produtos chineses no valor de US$ 200 bilhões, enquanto negocia com Pequim "mudanças estruturais" na sua política econômica. A Casa Branca fez o anúncio em comunicado depois do jantar de Trump com o presidente da China, Xi Jinping, ao final a Cúpula do G20 em Buenos Aires. Nos próximos 90 dias as duas potências tentarão completar as negociações em matéria comercial. Se, ao término desse período não houver acordo, "as tarifas de 10% subirão para 25%", acrescentou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders. Os dois países fecharam um acordo para não impor novas tarifas um ao outro a partir do dia 1º de janeiro de 2019. Também se comprometeram a continuar com as negociações para buscar uma saída para a guerra comercial entre as duas potências, informou hoje (2) a emissora estatal chinesa CCTV. O ministro

Nunca mais seremos um país socialista, diz Eduardo Bolsonaro

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Em viagem aos Estados Unidos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL -SP), filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse que o Brasil nunca mais será “um país socialista”. A declaração foi dada na noite desta sexta-feira (30) em entrevista ao jornalista Lou Dobbs da Fox News e foi retuitada por Jair Bolsonaro hoje (1º). “Estamos muito otimistas porque o Brasil está mudando de uma gestão extremamente socialista para uma economia muito mais liberal. O que eu vim fazer aqui nos Estados Unidos é dar os primeiros passos para o resgate da nossa credibilidade e mandar uma mensagem clara de que nunca mais seremos um país socialista”, disse. Ele acrescentou que o governo eleito está muito animado com a proximidade com os Estados Unidos. Trump brasileiro Sobre as comparações entre Jair Bolsonaro e o presidente norte-americano, Donald Trump, que surgiram durante a campanha a partir de alguns posicionamentos considerados mais radicais do presidente eleito, Eduardo Bolsona

Após sobretaxa imposta pelos EUA, China avisa que adotará medidas

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O governo da China adotará contramedidas para proteger seus "interesses legítimos" e espera que os Estados Unidos (EUA) revejam as consequências danosas de suas ações e as retifique a tempo, disse nesta terça-feira (18) o Ministério do Comércio chinês, em resposta às novas tarifas impostas por Washington aos produtos importados do país asiático. Em comunicado, o ministério afirmou que a China lamenta "profundamente" a decisão dos EUA de aplicar nova rodada de tarifas a produtos chineses, no valor de US$ 200 bilhões, e garantiu que essa medida trará mais incertezas para as consultas bilaterais. "A China será forçada a adotar contramedidas para proteger seus interesses e direitos legítimos, assim como a ordem do livre comércio global", diz a nota, ao acrescentar que espera que os EUA considerem as "consequências danosas" de sua ação e que a corrija a tempo com "medidas convincentes". A Casa Branca informou que vai i