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Mostrando postagens com o rótulo Mulheres

Metade das mulheres passou a cuidar de alguém na pandemia

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Metade das mulheres brasileiras passou a cuidar de alguém na pandemia. A conclusão é de pesquisa que analisou os impactos da disseminação do novo coronavírus (covid-19) tendo como foco as mudanças no trabalho e na inserção econômica das brasileiras. Entre as mulheres do campo, o índice das que passaram a cuidar de alguém sobe para 62%. Entre as negras o percentual é de 52%, enquanto entre as brancas ficou em 46%. O estudo, realizado pelas organizações Gênero e Número e Sempreviva Organização Feminista (SOF), identificou variações nesse fenômeno.  “O cuidado está no centro da sustentabilidade da vida. Não há a possibilidade de discutir o mundo pós-pandemia sem levar em consideração o quanto isso se tornou evidente nesse momento de crise global. Trata-se de uma dimensão da vida que não pode ser regida pelas dinâmicas sociais pautadas no acúmulo de renda e de privilégios”, defendem as autoras do estudo.    P

MG Mulher é celebrado em unidade de acolhimento

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Usuárias do Centro Risoleta Neves de Atendimento à Mulher (Cerna), órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) , já começaram a testar o aplicativo MG Mulher, ferramenta lançada nesta semana pelo Governo do Estado e coordenado pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) . Um dos eixos do Programa MG Mulher, desenvolvido para ajudar no combate à violência doméstica e às múltiplas formas de vulnerabilidade social de gênero, o aplicativo permite que as vítimas de agressões criem uma rede colaborativa de contatos confiáveis, que pode ser acionada caso se sintam em situação de perigo iminente. Criado pela Polícia Civil , o app está disponível gratuitamente para download nos sistemas operacionais Android e IOS. Por meio dele, além da rede de contatos, a mulher vítima de violência contará também com um sistema de localização instantânea, que mostra todos os endereços com a indicação de proximidade de onde ela está. Acesso No Cerna, o app já começou a ser t

Estado de Minas realiza série de ações em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

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O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) , realiza neste mês uma série de atividades para comemorar o Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo (8/3). Entre as atividades, para garantir visibilidade às questões relacionadas à igualdade de gênero, estão cursos de qualificação, rodas de conversa e palestras. Nesta sexta-feira (6/3), o Centro Risoleta Neves de Atendimento à Mulher (Cerna), da Sedese, promove, em parceria com a Polícia Militar, atendimentos na Praça Sete, em Belo Horizonte. O objetivo é proporcionar às mulheres cis e trans, em situação de violência, acesso aos serviços de proteção do Estado. Até quarta-feira (11/3), vários temas serão abordados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em parceria com a Sedese, dentro da ação “Sempre Vivas, Mulheres, História e Resistência”. As palestras acontecem de 8h às 18h. Já o tema “Respeito, Sororidade e Equidade” será tratado na sexta-feira (13/3), às

Mulheres são maioria entre entre trabalhadores com ensino superior

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Levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp) apontou que ainda há desigualdade de gênero no mercado de trabalho brasileiro. Segundo os dados da pesquisa, as mulheres com ensino superior completo são a maioria no mercado de trabalho brasileiro (55,1% do total) na comparação com os homens com ensino superior. Essas mesmas mulheres com ensino superior também são maioria entre o número de admitidos de janeiro e dezembro do ano passado, principalmente na faixa etária entre 25 e 34 anos. Mas quanto ao rendimento, os maiores salários entre quem tem ensino superior ainda são dos homens, independentemente da idade. No Brasil, a média salarial dos admitidos com ensino superior completo é de R$ 4.640 para homens e de R$ 3.287 para as mulheres, ou seja, em média, a mulher ainda recebe 41% a menos em seus salários em comparação aos homens. Para a vice-presidente do Semesp, Lúcia Teixeira, não há justificativa para o fato de as mulheres terem salários menores que

Outubro Rosa destaca importância do cuidado integral à saúde da mulher

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A Campanha Outubro Rosa, criada em 1990, em Nova Iorque, surgiu com objetivo de fomentar a conscientização quanto à prevenção e ao controle do câncer de mama. Indo além desse conceito, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) adota a perspectiva de cuidado integral e completo, para que profissionais de Saúde considerem as singularidades das mulheres, como suas histórias, hábitos e contextos familiares. “Para a campanha deste ano, apresentamos uma visão integral sobre a saúde da mulher, estimulando o autocuidado e recomendando a mudança de hábitos. A finalidade é que, controlando alguns fatores de risco, a mulher possa ter um estilo de vida mais saudável”, explica a coordenadora de Atenção à Saúde das Mulheres e Crianças da SES-MG, Daiana de Carvalho Souza. Em Minas Gerais, foram diagnosticados pelo SUS, em 2018, 4.922 casos de câncer de mama. Até setembro de 2019, o número é de 1.868. Para todo o ano, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima a ocorrência de

Pesquisa mostra que 97% das mulheres já sofreram assédio em transporte

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Uma pesquisa divulgada hoje (18) pelos Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, em parceria com uma empresa de transporte por aplicativo, confirmou que o assédio sexual está presente na maior parte das mulheres brasileiras, ao apontar que 97% dizem já ter sido vítimas de assédio em meios de transporte. Outras 71% conhecem alguma mulher que já sofreu assédio em público. Para fazer a pesquisa sobre violência contra a mulher no transporte e entender os obstáculos e desafios que as mulheres enfrentam em sua locomoção pelas cidades todos os dias, foram ouvidas 1.081 brasileiras em diversas regiões do país e que utilizaram transporte público e por aplicativo nos três meses anteriores à data do início do estudo, em fevereiro deste ano. Segundo o levantamento, 72% das entrevistadas dizem que o tempo de locomoção entre a casa e o trabalho influenciam na decisão de aceitar um emprego ou permanecer nele. Ainda assim, 46% das entrevistadas não se sentem confiantes para usar meios de transporte s

Ancine quer aumentar participação feminina nas produções audiovisuais

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Criar instrumentos para aumentar a participação feminina nas produções audiovisuais é uma das preocupações da Agência Nacional do Cinema (Ancine). A última pesquisa mostra que a participação de mulheres na direção de filmes foi de 19,7. Em média, a participação de mulheres nos filmes lançados comercialmente no Brasil alcança 15%. Dependendo do ano, chega a 21%; em 2014, registrou apenas 10%. Por conta disto, a agência promoverá em junho o Seminário Internacional de Mulheres no Audiovisual. Além de trazer experiências de outros países, será assinado um memorando de entendimento entre a Ancine e a entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, conhecida como ONU Mulheres, para aumentar a igualdade de gênero no setor audiovisual, por meio da promoção de ações transversais em diversas áreas. "A Ancine vê isso [a participação feminina] como uma distorção. É por isso que estamos realizando esse seminário", disse à Agência Brasil a diretora d

Mulheres rompem ciclo de violência doméstica com auxílio de política estadual

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Mediação de Conflitos, da Secretaria de Estado de Segurança (Sesp), fez 16 mil atendimentos em 2018; programa trabalha a prevenção e o enfrentamento à violência em territórios de vulnerabilidade social Foi em uma das idas à ONG Dona de Leite para buscar mantimentos para as filhas que Cibele*, de 27 anos, encontrou um panfleto que chamou sua atenção. Depois de quatro anos sofrendo agressões e ameaças constantes do companheiro, aquele pedaço de papel com informações sobre o programa Mediação de Conflitos, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) , poderia lhe ser útil, e Cibele guardou o folheto na bolsa. Semanas depois, durante um ataque, ela se lembrou do programa e telefonou para o Centro de Prevenção à Criminalidade (CPC) Ribeiro de Abreu, em Belo Horizonte. Uma ligação que salvaria sua vida. Cibele* é apenas uma das centenas de vítimas que conseguiram romper ciclos de violência doméstica com o auxílio da política de Prevenção Social à Criminalidade desenvolvida pela

Força-tarefa prepara abrigos para venezuelanos que dormem na rua

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A partida de mais 233 venezuelanos para outros estados do Brasil alivia um pouco a demanda crescente por assistência em Roraima. Cerca de 4 a 6 mil venezuelanos estão em Boa Vista e o estado se prepara para receber mais pessoas que fogem da crise econômica intensa instalada no país vizinho. Em Boa Vista, são sete abrigos já funcionando; em Pacaraíma, um. Mais três devem ficar prontos na capital e outro na cidade de fronteira. “Em Boa Vista, ainda temos pessoas na Praça Simón Bolívar. São os próximos que vamos abrigar. Ficando prontos os abrigos, em mais uma semana, a gente vai fazer essa manobra. Com a desocupação da praça e com alguns remanescentes em um prédio ou outro, estaremos estabilizados”, disse o general de Divisão Eduardo Pazuello, coordenador da operação de acolhimento dos migrantes, chamada de Força-Tarefa Humanitária. Do lado de fora do abrigo Jardim Floresta, dezenas de pessoas se agitam sempre que o portão é aberto. Querem entrar e dormem na rua à espera de uma vaga.