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Programa de estágio da SES-MG abre as portas para futuros médicos

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  A Saúde pública é de extrema importância no Brasil. Mais de 70% da população depende do SUS e o Ministério da Saúde estima que, em dez anos, será preciso desembolsar pelo menos R$ 115 bilhões para atender a essas pessoas. Atuar neste cenário não é tarefa simples; mas, ao invés de assustar, motiva um grupo de 22 futuros médicos que fazem parte do programa de estágio na  Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) .  Além deles, uma média de outros 150 acadêmicos integram o programa que oferece bolsa-estágio com remuneração variável, conforme carga horária e auxílio alimentação.  “Ter a noção de que controlar a pandemia em Minas Gerais é impactar o país, muda completamente minha experiência. Me dá mais gás. Sinto orgulho do meu trabalho”, diz o futuro médico Fagner Lúcio de Toledo, estudante do 8° período e um destes estagiários que vive, dia a dia, o que muitos de seus colegas talvez só conheçam por meio de livros ou relatos de casos.   Marcus Ferreira / D

Mais de 3 mil municípios fazem parte do programa de informatização do SUS

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Ministério da Saúde vai investir R$ 43 milhões mensais em apoio a municípios que queiram informatizar os serviços de saúde, garantindo maior agilidade no atendimento e qualidade das informações no SUS Ao todo, 3.613 municípios em 26 estados já estão participando do Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção Primária à Saúde, o Informatiza APS. Para viabilizar a estrutura necessária de informatização, o Ministério da Saúde repassará R$ 43,3 milhões por mês aos serviços de saúde. Colocar os sistemas de atendimento e de gestão online de cada unidade é o primeiro passo para a implantação do prontuário eletrônico do paciente. A iniciativa deve beneficiar cerca de 84 milhões de brasileiros atendidos por cerca de 34 mil equipes de Saúde da Família (eSF). Com a informatização das unidades de saúde, os pacientes terão todos seus dados clínicos, como quais vacinas tomou, consultas realizadas, exames, medicamentos utilizados, entre outros procedimentos, reunidos em a

Brasil perdeu mais de 40 mil leitos do SUS nos últimos dez anos

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Levantamento divulgado hoje (23) pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que o Brasil perdeu, nos últimos dez anos, mais de 41 mil leitos hospitalares no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2008, o total de leitos na rede pública era de 344.573. Em 2018, o total chegava a 303.185. Já os leitos classificados como não SUS aumentaram de 116.083 em 2008 para 134.380 este ano. De forma geral, portanto, o sistema de saúde brasileiro passou de 460.656 leitos em 2008 para 437.565 em 2018, totalizando 23.091 leitos a menos – o equivalente a seis leitos fechados por dia durante um período de dez anos. “O estudo mostra comportamentos diferentes se compararmos quantitativos de leitos SUS e não SUS. Enquanto o primeiro teve mais fechamentos que habilitações, o segundo grupo mostrou um aumento de aproximadamente 18.300 unidades. Isso significa que os leitos públicos diminuíram mais drasticamente”, destacou a CNM que usou a base de dados do próprio Mini

Pacientes do SUS vão receber notificações de consulta pelo celular

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O Ministério da Saúde informou que uma nova versão do sistema e-SUS Atenção Básica será disponibilizada aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS). Com a atualização, os pacientes vão passar a receber notificações de consultas agendadas em unidades básicas de saúde pelo aplicativo da pasta. A nova versão do sistema, segundo o ministério, também permite registrar as vacinas aplicadas no prontuário eletrônico, permitindo armazenar todas as ações de saúde do usuário em um mesmo local. Desta forma, de acordo com a pasta, o histórico do paciente poderá ser acessado em todos os serviços do SUS que estejam informatizados. “Os dados são coletados de forma individualizada podendo ser identificados com o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do cidadão por meio do e-SUS AB”, informou o ministério. A orientação do governo federal é que municípios que utilizam o Prontuário Eletrônico do Cidadão ou a coleta de dados simplificada usem a versão mais recente do sistema, garantindo a qualidade