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Governo inclui Unidades Básicas de Saúde em programa de concessões

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  O governo federal incluiu a política de fomento ao setor de atenção primária à saúde no seu programa de concessões e privatizações, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República. O objetivo é possibilitar a realização de estudos e a avaliação de parcerias com a iniciativa privada para “a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios”. O Decreto nº 10.530/2020 , assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União . A partir desses estudos serão estruturados projetos-pilotos, em seleção estabelecida pela Secretaria Especial do PPI, do Ministério da Economia. Os estudos do PPI são elaborados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).  Em comunicado, a secretária Especial do PPI, Martha Seillier, explicou que a medida visa ampliar as parcerias no setor de saúde. “Sabemos do desafio de levar mais infraestrut

BNDES concedeu mais de R$ 10 bilhões em empréstimos durante a pandemia

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  O Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC), operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), totalizou R$ 10 bilhões em créditos concedidos a 12.529 pequenas e médias empresas (PMEs), que respondem pela geração de 660 mil empregos no país. Oitenta por cento desse valor são garantidos pelo programa, que começou a funcionar no dia 30 de junho passado. A informação foi divulgada hoje (17) pelo BNDES. Trinta e cinco agentes financeiros já estão habilitados a oferecer os empréstimos, que podem variar de R$ 5 mil até R$ 10 milhões. Podem participar do programa pequenas e médias empresas que faturaram entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões, no ano passado. Por meio do programa, são concedidas garantias para diminuir os impactos econômicos provocados pela pandemia do novo coronavírus. Segundo informou o banco, os recursos utilizados para as garantias vieram de aporte inicial d

Presidente do BNDES testa positivo para covid-19

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  O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comunicou hoje (17), em nota, que o presidente da instituição, Gustavo Montezano, testou positivo para o novo coronavírus (covid-19), em exame tipo PCR realizado na semana passada. O banco informou que tão logo sentiu os primeiros sintomas da covid-19, Montezano adotou espontaneamente todas as medidas de isolamento social. O estado de saúde do presidente do BNDES “é bom, e ele seguirá exercendo suas atividades em regime de home office ”, informou o banco em nota. Até agora ao menos oito ministros já tiveram resultado positivo para infecção pelo novo coronavírus. Já foram contaminados os ministros Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência), Braga Netto (Casa Civil), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Onyx Lorenzoni (Cidadania), Milton

BNDES seleciona fundos de crédito não bancário para pequenas empresas

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (3) o resultado preliminar da seleção de fundos de crédito voltados a micro, pequenas e médias empresas, além de empreendedores individuais. Foram pré-selecionados 12 fundos gestores ou originadores de crédito que oferecerão crédito não bancário a essas empresas por meio de suas plataformas. A iniciativa faz parte do conjunto de ações do BNDES para mitigar os impactos causados pela pandemia do novo coronavírus na economia e tem como objetivo o uso de canais não bancários para ampliação do crédito para pequenos empreendedores e para reativar a economia. A chamada pública foi aberta em maio passado e encerrada no dia 10 de junho. Foram recebidas 73 propostas. A soma do patrimônio dos 73 fundos alcança R$ 24 bilhões. A subsidiária BNDES Participações (BNDESPar), investirá até R$ 4 bilhões em dez fundos de crédito, estruturados como F

BNDES contrata R$ 3,3 bilhões em créditos para empresas

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou R$ 3,3 bilhões em créditos para 2.374 pequenas e médias empresas – 80% do valor foi garantido pelo Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC), cuja medida provisória foi aprovada pelo Congresso Nacional, na quarta-feira (29). Agora, o projeto de lei de conversão aprovado no Senado, baseado na medida provisória, segue para sanção presidencial. A estimativa do BNDES é que o crédito garantido permita a manutenção de cerca de 193 mil postos de trabalho. A intenção com o programa é destravar o crédito para essas empresas com a concessão de garantias e reduzir os impactos econômicos da pandemia da covid-19. De acordo com a instituição, o PEAC começou a ser operacionalizado em 30 de junho e já tem 28 agentes financeiros habilitados para oferecerem empréstimos. “Cabe a esses agentes financeiros a decisão final de utilizar a garantia do programa e aprovar ou não o pedido de crédito, no momento em que

BNDES lidera grupo de bancos que vão participar da Conta-Covid

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Dezenove instituições financeiras públicas e privadas, coordenadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vão participar da Conta-Covid, financiamento emergencial destinado ao setor elétrico para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. O BNDES, junto com o grupo de bancos públicos, vai aportar 30% do total de até R$ 16,4 bilhões que serão liberados para as distribuidoras. Os restantes 70% serão oriundos dos bancos privados. A Conta-Covid foi regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) no último dia 23 de junho. Trata-se de uma operação de mercado, sem recursos do Tesouro Nacional, que foi estruturada sob a forma de empréstimo sindicalizado de bancos. A operação é lastreada por ativos tarifários, disse o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa. O processo de formação do grupo das 19 instituições financeiras participantes se deu após negociação, que contou com o apoio dos ministérios de Minas e Energia (MME) e da

Infraestrutura e BNDES fazem parceria para desestatização de portos

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O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirmaram durante videoconferência que os estudos técnicos que serão realizados para viabilizar a desestatização de ativos rodoviários e portuários terão como foco a busca de maior competitividade e maior produtividade para a infraestrutura brasileira.  Os contratos firmados recentemente entre as instituições visam a desestatização de mais de 7,2 mil quilômetros de rodovias federais e dos portos de Santos e São Sebastião, ambos em São Paulo. Tarcísio Freitas comemorou a autorização do Tribunal de Contas da União (TCU) para a assinatura do contrato de renovação antecipada da malha paulista de ferrovias pelo Ministério da Infraestrutura e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A prorrogação deverá trazer para o Brasil, nos próximos cinco anos, investimentos de R$ 6 bilhões. “[A prorrogação] mo

Lucro líquido do BNDES cresce 164% em 2019

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 17,7 bilhões em 2019, o que representa crescimento de 164% em relação ao ano anterior, quando obteve R$ 6,71 bilhões. Segundo o banco, o desempenho foi impulsionado pelo resultado das participações societárias. “É um lucro líquido bem robusto. Um lucro recorde para o BNDES”, disse o presidente da instituição, Gustavo Montezano, no início da apresentação dos resultados, que estão sendo apresentados na sede do banco, no centro do Rio. A venda de participações societárias, que contribuiu em grande parte para o desempenho financeiro do BNDES, somou R$ 16,25 bilhões, com lucro bruto de R$ 11,4 bilhões. A venda das participações era uma das metas transitórias do banco divulgadas no segundo semestre do ano passado. No ano passado, o BNDES contribuiu com R$ 142,2 bilhões ao Tesouro Nacional, dos quais R$ 132,5 bilhões eram relativos à dívida com a União. Dentro desse total, R$100 bilhões foram liq

Empresas adotam home-office por conta do coronavirus

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Empresas nacionais como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já começaram a adotar medidas internas em razão da epidemia do novo coronavírus. O banco recomendou que todos os funcionários que voltarem de viagem de férias ou de trabalho deverão ficar em quarentena obrigatória de 14 dias corridos. Os empregados que estiverem bem de saúde adotarão o sistema de trabalho remoto, ou seja, trabalharão em suas casas, pelo mesmo período de tempo. Já os funcionários que apresentarem algum sintoma do vírus, como tosse, dificuldade respiratória, falta de ar ou febre, deverão procurar a assistência médica, antes do retorno ao trabalho. “Confirmado o quadro clínico, será concedida licença médica”. O BNDES destacou que as solicitações de viagens internacionais a serviço para qualquer destino “deverão ser acompanhadas de justificativa de impossibilidade de adiamento, bem como sua imprescindibilidade. Sugere-se, como alternativa, a realização de videoconferências”, informou a

Governo vai liberar recursos emergenciais para o Museu Nacional no Rio

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O ministro da Educação, Rossieli Soares, afirmou hoje (3) que o governo vai liberar recursos emergenciais para atender o Museu Nacional do Rio de Janeiro, após o incêndio, neste domingo (2), que destruiu o prédio e o acervo da instituição. Segundo ele, é necessário que se faça um projeto executivo após avaliar as perdas, para saber exatamente quanto terá de ser empregado para a recuperação do museu. “A prioridade [do governo] é que se coloque o recurso necessário para a recuperação do museu”. O ministro que concede hoje coletiva de imprensa para tratar da qualidade das escolas brasileiras, iniciou as apresentações citando o incêndio no museu e reafirmando apoio. Ao final, voltou a falar da tragédia. Segundo ele, caso o projeto fique pronto este ano, o recurso poderá ser liberado este ano. “A obra não será rápida, o prédio é histórico, não é refazer de qualquer jeito”, disse, ao ser questionado por jornalistas. O ministro afirmou ainda que não tem uma estimativ