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Bolsonaro diz que políticas afirmativas reforçam “coitadismo” no país

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, reiterou que as políticas afirmativas da forma como são aplicadas no país reforçam o preconceito. Para ele, é necessário “acabar com o coitadismo” que, na sua avaliação, predomina entre homossexuais, negros, mulheres e nordestinos. Bolsonaro também defendeu a definição de “cota social” a partir da renda das pessoas, não por outros critérios. “Tudo é coitadismo. Não pode ter política para isso. Coitado do negro, do gay, das mulheres, do nordestino, do piauiense, tudo é coitadismo no Brasil, isso não pode continuar acontecendo”, disse. “Vocês [do Piauí] são tão iguais quanto nós do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.” A afirmação ocorreu durante entrevista à emissora Cidade Verde, retransmissora do SBT no Piauí, cuja íntegra foi divulgada nas redes sociais do candidato do PSL à Presidência da República. “Quero agradecer ao Nordeste. Das nove capitais, ganhamos em cinco no primeiro turno.” Cotas Bolsonaro afirmou que é importante

A 4 dias do 2º turno, correm prazos para propaganda e atos políticos

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A quatro dias do segundo turno, os prazos do calendário eleitoral correm mais rápidos. Amanhã (25) é o último dia para atos políticos. O horário, entretanto, é mais prolongado. Os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) têm atuado de maneiras distintas. Haddad intensificou os atos de campanha, saindo de São Paulo rumo ao Rio de Janeiro e cidades do Nordeste. A previsão é de que até sexta-feira (26) ele ainda participe de atos em Belo Horizonte e cidades de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e da Bahia. Bolsonaro tem permanecido em casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde costuma receber correligionários e simpatizantes. Ontem (23), parlamentares e prefeitos de vários partidos o visitaram para prestar solidariedade às vésperas das eleições. No dia 26, o calendário eleitoral é claro: é o último para a veiculação de propaganda eleitoral gratuita. Porém, até sábado (27), véspera das eleições, a legislação permite propaganda “mediante al

Haddad chama Mourão de "torturador"

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O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, não poupou hoje (23) críticas à campanha adversária de Jair Bolsonaro (PSL) e também ao vice na chapa dele, general Hamilton Mourão. O petista chamou Mourão de “torturador” e disse que ele “nunca teve importância no Exército”. "Bolsonaro nunca teve nenhuma importância no Exército. Mas o Mourão foi, ele próprio, torturador. Ver um ditador como eminência parda de uma figura como Bolsonaro deveria causar temor em todos os brasileiros minimamente comprometido com o Estado Democrático de Direito", disse Haddad durante sabatina promovida pelas Organizações Globo, reunindo jornais impressos, sites e emissoras. Ao fazer a afirmação, Haddad se baseou em declaração do cantor Geraldo Azevedo, que disse ter sido torturado por Mourão. Porém, o próprio artista veio a público para dizer que se equivocou. Para o candidato do PT, a eventual vitória de Bolsonaro será um retrocesso no Brasil. “Contra aquilo que considero que será

Duque e Petro disputarão presidência da Colômbia em 17 de junho

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Os colombianos voltarão as urnas no próximo dia 17 de junho, para o segundo turno das eleições presidenciais. A disputa será entre dois candidatos, representando os dois extremos, com duas propostas de economia diferentes: o advogado Iván Duque, da direita, e o ex guerrilheiro Gustavo Petro, da esquerda. Seis candidatos disputaram o primeiro turno neste domingo (27), mas nenhum conseguiu a metade mais um dos votos necessários para vencer. Com 99% das mesas apuradas, Iván Duque alcançou 39,11% dos votos e Gustavo Petro 25,09%. Os resultados dos dois candidatos mais votados ficaram próximos ao previsto pelas pesquisas de opinião. Quem surpreendeu, com um desempenho melhor que o esperado, foi o matemático Sergio Fajardo, que ficou em terceiro lugar, com 23,77% dos votos. German Vargas, de centro-direita, ficou em quarto lugar com 7,25% dos votos. Mais da metade dos 36 milhoes de eleitores colombianos votou nesta eleicao presidencial. É a primeira desde o acordo de paz entre o governo