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Federação Internacional de Judô prorroga definição de ranking olímpico

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A Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês) estendeu em um mês o fechamento do ranking que definirá os classificados para a Olimpíada de Tóquio, no Japão. Agora, os atletas terão até 30 de junho para competir e somar pontos. A prorrogação é justificada pelo cancelamento de eventos do circuito mundial previstos até 30 de abril, como o Grand Slam de Ecaterimburgo (Rússia) e os Grand Prix de Tbilisi (Georgia) e Antalia (Turquia). As suspensões foram motivadas pelo surto do novo coronavírus (Covid-19). Ainda nesta terça-feira (10), a IJF adiou os torneios marcados também para o último dia de abril. Entre eles, o Campeonato Pan-Americano Sênior de Montreal, no Canadá, que seria disputado pela seleção brasileira. A federação internacional ainda não confirmou a nova data do evento. Para compensar as suspensões, a entidade transformou a etapa de Budapeste, na Hungria, inicialmente um Grand Prix (700 pontos ao campeão) em um Grand Slam (1.000 pontos ao vencedor). O torneio, até o

Federação Internacional de Judô cancela torneios até final de abril

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Alana Martins conquista medalha de prata no judô Rio de Janeiro - A brasileira Alana Martins Maldonado perde por ippon para a mexicana Lenia F. Ruvalcaba Alvarez e fica com a medalha de prata na Paralimpíada Rio 2016 (Tomaz Silva/Agência Brasil) A Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês) decidiu nesta segunda-feira (9 ) cancelar todos os torneios da modalidade até o final de abril, devido à epidemia de coronavírus (Covid-19). Entre as competições suspensas, estão o Grand Slam de Ecaterimburgo (Rússia) - que seria realizado a partir de sexta-feira (13) – e os Grand Prix de Tiblisi (Georgia) e Antália (Turquia). A medida drástica adotada pela IJF ocorre uma semana após o cancelamento do Grand Prix de Rabat (Marrocos), também por conta do Covid-19. Para não prejudicar os atletas na reta final de qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, a IJF reabriu o prazo de inscrições Grand Slam de Ecaterimburgo, um dos que mais valem pontos (1

Dirigente projeta Rafaela Silva em Tóquio, mas admite plano B

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Medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, Rafaela Silva está com a participação na edição deste ano ameaçada. Punida com dois anos de suspensão por ser pega em um exame antidoping realizado em agosto do ano passado, durante os Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), hoje a judoca estaria fora dos Jogos de Tóquio (Japão). Em entrevista à Agência Brasil, o gestor de Alto Rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Ney Wilson, diz acreditar que a punição de Rafaela será revista, mas admite que a entidade já trabalha com um plano B: "Temos convicção de que foi bem injusta [a forma como Rafaela foi punida]. Parece que, como é uma atleta medalhista, sempre é um grande exemplo de punição. Porém, dois anos é exagero. Não quer dizer que ela não deva ser punida, pois o atleta tem responsabilidade sobre tudo aquilo que coloca para dentro do corpo dele, mesmo que não seja intencional. Acredito que possam rever isso, que ela tenha suspensão, mas que permita dis

A caminho da Europa, seleção de judô se blinda contra coronavírus

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A seleção brasileira de judô embarca na próxima terça (10) para a Rússia, onde disputará, entre os dias 13 e 15 o Grand Slam de Ecaterimburgo. O país tem 25 inscritos. Só os donos da casa, com 55 judocas, estarão mais representados. O evento é um dos que mais vale pontos no ranking olímpico da Federação Internacional da modalidade (IJF, na sigla em inglês). O campeão, por exemplo, leva mil pontos. É um detalhe relevante nesta reta final de qualificação para os Jogos de Tóquio (Japão) após o cancelamento do Grand Prix de Rabat (Marrocos) por causa do surto do novo coronavírus. Por enquanto, o evento em solo africano é o único que deixou a programação internacional do judô até o fechamento do ranking, em maio. "A IJF garante que não cancelará mais competição alguma, a não ser que o país anfitrião esteja em áreas de risco", afirma à Agência Brasil o gestor de Alto Rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Ney Wilson. Judocas e comissão técnica da seleção estiveram r