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Bolsonaro recebe credenciais de três novos embaixadores no Brasil

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  O presidente Jair Bolsonaro recebeu hoje (19) as credenciais de três novos embaixadores no Brasil, em cerimônia reservada no Palácio do Planalto. A partir de agora, estão habilitados a despachar no país os representantes da Alemanha, Heiko Christofh Thoms; da Argentina, Daniel Osvaldo Scioli; e da Armênia, Arman Akopian (na foto, da esquerda para a direita). Tradicionalmente, um embaixador já assume o posto após a entrega de documentos enviados pelo presidente de seu país ao governo do país onde atuará. A apresentação das cartas credenciais ao presidente da República é uma formalidade, que aumenta as prerrogativas de atuação do diplomata no Brasil. Caso a credencial não seja recebida pelo presidente, o embaixador não pode representar o seu país em audiências ou solenidades oficiais.

Mapa diz que não há indicação de nuvem de gafanhoto vir para o Brasil

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disse que ainda não há indicação de que a nuvem de gafanhotos, que se encontra no território argentino esteja se deslocando para o Brasil. Segundo a pasta, monitoramento realizado, ontem (20), pelo Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) informou que a nuvem se deslocou da província de argentina de Corrientes para Entre Rios e está a 100 quilômetros do município gaúcho de Barra do Quaraí na fronteira com o Uruguai. Havia expectativa de que, com as temperaturas mais altas, os gafanhotos pudessem chegar ao Rio Grande do Sul a partir da próxima quarta-feira (22). Embora não representem um risco direto para os seres humanos, os gafanhotos podem, em grupo, causar grandes prejuízos econômicos, devorando plantações em questões de horas. O ministério disse que o monitoramento indica que a nuvem de gafanhotos continua se deslocando lentamente em território argentino, sem previsão d

Argentina supera 100 mil casos confirmados da covid-19

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Foto: Agustin Marcarian A Argentina ultrapassou 100 mil casos de novas infecções por coronavírus no domingo (12) enquanto luta para conter taxas crescentes no país, apesar de uma quarentena rigorosa imposta à capital Buenos Aires e a seus arredores. O Ministério da Saúde informou que 2.657 novos casos confirmados da noite nas últimas 24 horas elevaram o total do país a 100.166. A Argentina impôs uma quarentena rigorosa em meados de março para conter a pandemia e aliviou um pouco as restrições em maio, mas as restabeleceu no final de junho para Buenos Aires e arredores devido ao aumento nos casos. O número de mortes pela covid-19 na Argentina chegou a 1.845, um índice muito distante dos 71.469 registrados no Brasil até domingo e dos 11.682 no Peru. Os casos confirmados chegaram a quatro dígitos por dia no início de junho e atingiram ao menos 3.000 nos últimos quatro dias. Carla Vizzotti, vice-ministra da Saúde, disse que a quarentena será mantida enquanto os hospitais

Agricultores argentinos iniciam greve de quatro dias

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Os agricultores argentinos decidiram realizar uma greve de quatro dias, que começou ontem (9), em protesto contra um novo aumento dos impostos sobre a exportação da soja, que passou de 30% para 33%. O governo anunciou que não se reunirá com os agricultores até o final da paralisação. Após assumir o cargo em dezembro do ano passado, o presidente Alberto Fernández anunciou um aumento da carga tributária para exportação de soja de 24% para 30%; do trigo e do milho de 6,7% para 12%. Estima-se que com um aumento de 10% no imposto de exportação para a soja, o governo teria uma arrecadação adicional de quase US$ 500 milhões, com uma arrecadação total de US$ 6 bilhões. Os representantes da Mesa de Negociações (Mesa de Enlaces, em castelhano), entidade responsável pela interlocução com o governo, consideram que "o aumento de 10% nas retenções, de 30% para 33%, ocorreu no pior cenário, com seca instalada, baixos preços internacionais e negociação da dívida do país, deixando muitos produto

Governo argentino pode anunciar hoje pacote de ajuste fiscal

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O governo argentino pode anunciar nesta segunda-feira (3) um pacote de medidas de ajuste econômico, que devem incluir a redução do número de ministérios e demissões no setor público. Ontem (2), o presidente Mauricio Macri se reuniu com os principais assessores para definir as mudanças. Nesta terça-feira, a Argentina inicia a renegociação do acordo fechado com o Fundo Monetário Internacional (FMI) em junho, e que precisa ser revisto diante da nova crise cambial. A última semana foi de alta volatilidade no país, em que o peso perdeu 25% de seu valor em relação ao dólar norte-americano. “O que estamos vivendo é uma crise de confiança – não apenas na economia argentina e na capacidade do governo de honrar seus compromissos em 2019, como afirmou o próprio presidente Mauricio Macri – mas também no próprio FMI, como instrumento para nos ajudar para sair dessa situação”, disse à  Agência Brasil o analista político Rosendo Fraga. A situação atual é diferente da transfo