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Rodolpho Riskalla fala das chances de medalha nos Jogos de Tóquio

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Classificado para representar o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, o brasileiro Rodolpho Riskalla, que compete no adestramento paraequestre do hipismo, conversou com a Agência Brasil direto da França, onde reside. Riskalla, que compete no grau 4 (os atletas são divididos em cinco graus e, segundo as normas, quanto maior o número, menor a deficiência), falou das chances de medalha no próximo ano, da sua entrada no paradesporto, da pandemia do novo coronavírus (covid-19), entre outros assuntos. Agência Brasil: Você já tem vaga garantida há algum tempo para Tóquio e, antes da pandemia, vinha em uma sequência de bons resultados. São conquistas que credenciam você ao pódio do próximo ano, não é? Rodolpho Riskalla: No dia 31 de janeiro, quando a Federação Equestre Internacional [FEI] fechou a classificação, eu liderava o ranking das Américas para atletas de países que não classificaram equipes completas para os Jogos. E fiquei com uma das duas vagas brasileiras par

Incentivos de campeões impulsionam carreira de paratleta potiguar

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Atualmente com 28 anos, a jovem nadadora potiguar Dayanne Silva, que possui uma má formação congênita nos membros superiores, é dona de uma respeitável coleção de conquistas. O primeiro capítulo foi escrito em 2009, aos 17 anos, e logo na primeira viagem internacional. Dayanne voltou do Parapan juvenil de Bogotá (Colômbia) com um ouro e um bronze. Logo depois, já na categoria adulta, iniciou a série de três conquistas em três edições seguidas de Parapans. Uma medalha de cada cor na classe S6 (atletas com deficiências físico-motoras são divididos em 10 classes, e, quanto menor a classe, maior a deficiência). Nadando os 50 metros estilo borboleta, ela foi bronze em Guadalajara 2011 e ouro em Toronto 2015, com direito ao recorde do campeonato. No revezamento 4x100 medley levou a prata em Lima 2019. Ela faturou ainda outras três medalhas no Parapan Universitário de 2018 em São Paulo (dois ouros e uma prata). Além disso, a potiguar também é detentora dos recordes brasileiros

Escola leva surfe a pessoas com deficiência no litoral paulista

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*Imagem Ilustrativa A véspera do Natal de 2016 mudou radicalmente a vida de Sara Neves Macedo. Ela guiava uma moto na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, no litoral sul paulista, quando sofreu um acidente a 200 metros da casa da mãe, em São Vicente (SP). “Estava há muitas noites sem dormir e acabei cochilando”, afirma à Agência Brasil. “Fiquei pressionada no muro de contenção. A moto arrastou meu ombro para trás e tirou os nervos da medula. Quebrei o punho da mão direita e o guidão entrou no pulmão, quebrando a costela. Tive queimadura na perna direita, quebrei os dedos do pé e cortei o tornozelo”, enumera. Estar viva, por si só, já é uma vitória. O que dirá, então, ser capaz de surfar, mesmo com movimentos de braço e pernas comprometidos? Sara é uma das primeiras alunas da escola de surfe adaptado de Santos, no litoral paulista, inaugurada em janeiro. “Sete aulas já deram grande evolução na minha autoestima, saber que posso ir além do meu limite. Tinha perdido o movimento pela lesão