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Estudo da Unicamp apresenta nova forma para tratar esquizofrenia

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Pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp) confirmaram a relação da esquizofrenia com o distúrbio de outra célula cerebral, além dos neurônios. A doença está relacionada ao distúrbio em uma célula chamada oligodendrócito, responsável pela produção da bainha de mielina, que, por sua vez, acaba sendo gerada também com debilidade. O estudo sugere um novo alvo de tratamento para a doença. Os pesquisadores usaram cérebros de pacientes mortos que tinham esquizofrenia e de pessoas mentalmente sadias, para estabelecer a base de comparação. “Nosso laboratório já vem investigando a importância da bainha de mielina na esquizofrenia há muitos anos. Os medicamentos usados hoje para esquizofrenia vão atuar muito sobre os neurônios, que apesar de constituírem as células principais do cérebro, são apenas um dos tipos que temos”, disse o pesquisador Daniel Martins-de-Souza, professor de bioquímica, coordenador do Laboratório de Neuroproteômica da Unicamp e pesquisador do Insti

Plástico nos oceanos pode chegar a 600 milhões de toneladas em 2040

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Caso não sejam tomadas medidas urgentes e de impactos ambientais e financeiros, o volume de plástico existente no mercado dobrará, o volume anual do produto que entra no oceano subirá de 11 milhões de toneladas, em 2016, para 29 milhões de toneladas, em 2040, e a quantidade nos oceanos quadruplicará, atingindo, no mesmo período, mais de 600 milhões de toneladas. A projeção foi feita pelo estudo Breaking the Plastic Wave ( Quebrando a Onda dos Plásticos , em tradução livre), publicado este mês pela Pew Charitable Trusts e a Systemiq e feito em parceria pela Fundação Ellen MacArthur, Universidade de Oxford, Universidade de Leeds e Common Seas. Os 29 milhões de toneladas de plástico que poderão entrar nos oceanos em 2040 representarão 100% de emissão de gases de efeito estufa, envolvendo um cenário sem mudanças na cultura ou no comportamento do consumidor. O custo líquido desse vazamento é estimado em US$ 940 bilhões por ano. Em entrevista por e-mail à Agência Brasil ,

Covid-19: quarentena e escolas fechadas são combinação eficaz

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Um estudo de Singapura mostrou que adotar múltiplas interdições sociais - incluindo o fechamento de escolas - terá o maior impacto na contenção do covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Colocar pessoas infectadas e seus familiares em quarentena, fechar escolas e impor distanciamento em ambientes de trabalho e no teletrabalho podem limitar a disseminação, revelou o estudo, mas uma combinação de todos os três é o mais eficaz para diminuir os casos. O número global de casos confirmados ultrapassou 377 mil em 194 países e territórios nesta terça-feira (24), de acordo com uma contagem da Reuters, e mais de 16.500 mortes já foram relatadas. Singapura, que de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) comunicou 455 casos confirmados de covid-19 e duas mortes até 22 de março, impôs algumas recomendações de distanciamento social, mas não fechou as escolas. Milhões de crianças estão sem aulas nos Estados Unidos, em grande parte da Europa e em muitos outros países, cujos